Citações Feministas - Corrigidas e Anotadas - Parte III

 


Nota: Esta postagem é a mais uma tradução que fiz de uma postagem feita pelo "Historiador Gonzo" e ativista dos direitos dos homens conhecido como Robert St. Estephe em seu blogue extremamente recomendável chamado Unknown Gender History (Antigamente, Unknown History of Misandry). Há algum tempo solicitei diretamente a ele que me permitisse traduzir suas postagens, com a condição de creditá-lo e linkar as postagens originais, e ele concordou com essas condições. Desnecessário dizer que todas as opiniões expressas por ele (e por outros autores cujas obras eu venha a traduzir) não são necessariamente as mesmas que as minhas. Mas concordo com o teor geral da mensagem, por isso me prestei ao trabalho. Decidi também manter as imagens das postagens originais, com legendas caso isso seja necessário. Neste caso especial, citações repetidas foram reproduzidas apenas uma vez, e no caso de citações iguais de fontes diferentes, mantive uma citação e separei as fontes com três barras verticais (///). Considerando por fim, a quantidade bastante grande de material, decidi dividir esse post em 4 partes.



► Jones, Ann (jornalista) (EUA)

“se este livro deixa a impressão de que os homens conspiraram para manter as mulheres oprimidas, esta é exatamente a impressão que eu quero transmitir; pois eu acredito que os homens não poderiam ter tido tanto sucesso quanto tiveram sem que houvesse um esforço organizado”. [Ann Jones, Women Who Kill – Mulheres Que Matam, Ballantine, 1981, p. xvii; citada em Peter Vronsky, Female Serial Killers: How and Why Women Become Monsters – Mulheres Assassinas em Série: Como e Por que as Mulheres se Tornam Monstros, 2007, Berkeley Books, p. 16]

► Jordan, Barbara (Câmara dos Deputados dos EUA, Texas, 93ª (1973–1975), 94ª (1975–1977), 95ª (1977–1979)) (EUA)

“Eu acredito que as mulheres possuem uma capacidade para a compreensão e a compaixão que o homem estruturalmente não possui, e ele não possui porque ele não pode possuir. Ele é simplesmente incapaz disso”. – Barbara Jordan [Barbara Jordan, falando em um simpósio político feminino, em setembro de 1991; citada em Lawrence Wright, “Are Men Necessary” – Os Homens São Necessários? - Texas Monthly, fevereiro de 1992, p. 84]

► Kempton, Sally (escritora, revista Esquire) (EUA)

“Eu me tornei uma feminista como uma alternativa a me tornar uma masoquista. Na verdade, eu era uma masoquista; Eu me tornei uma feminista porque ser uma masoquista é intolerável”. – Sally Kempton [Sally Kempton, “Cutting Loose” – Me Libertando - Esquire (New York, julho de 1970; citada em Ellery Queen, “‘Sweet Assassins’ and the Liberation” – As ‘Doces Assassinas’ e a Liberação - Picture Magazine (suplemento de domingo), 14 de fevereiro de 1971, p. 4]

“Eu costumava deitar na cama ao lado do meu marido depois daquelas brigas e desejar que tivesse a coragem de esmagar a cabeça dele com uma frigideira... Eu murmurava para mim mesma através de dentes cerrados, me opondo à percepção de que eu não ousaria, não porque eu tinha medo de machucar ele de maneira séria – Eu adoraria fazer isso – mas porque...eu tinha medo que ele me abandonasse”. – Sally Kempton [Sally Kempton, “Cutting Loose” Esquire (Nova Iorque, julho de 1970; citada em Ellery Queen, “‘Sweet Assassins’ and the Liberation,” Picture Magazine (suplemento de domingo), 14 de fevereiro de 1971, p. 4]

► Kollontai, Alexandra (1872-1952) – Rússia Soviética; co-fundadora do Zhenotdel (Departamento das Mulheres) do Secretariado do Comitê Central do Partido Comunista da Rússia (Bolcheviques)

“A mãe-trabalhadora deve aprender a não diferenciar entre o seu e o meu; ela deve lembrar que existem apenas nossos filhos, os filhos dos trabalhadores comunistas da Rússia. [Komunistka, No. 2, 1920, e em inglês no The Worker, 1920; Selected Writings of Alexandra Kollontai – Obras Selecionadas de Alexandra Kollontai, Allison & Busby, 1977]



► Kramarae, Cheris & Ann Russo (editoras, Um Dicionário Feminista) (EUA)

“HOMEM: ... uma forma de vida obsoleta... uma criatura ordinária que deve ser vigiada... um homem infantil contraditório...” – fonte original? [Cheris Kramarae, Ann Russo, editoras, A Feminist Dictionary, Pandora Press, 1985, republicado pela University of Illinois Press, 1996, p. ?]

► Lerner, Gerda (professora) (EUA)

“Nós sabemos há muito tempo que o estupro tem sido uma maneira de nos aterrorizar e nos manter em sujeição. Agora, nós também sabemos que nós participamos, ainda que inadvertidamente, no estupro de nossas mentes”. – Gerda Lerner [citada em Christina Hoff Sommers, Who Stole Feminism: How Women Have Betrayed Women, 1994, Simon & Schuster, p. 55]

► Levine, Judith (feminista radical, escritora)

“A sexualidade dos homens é má e violenta, e os homens são tão poderosos que eles podem ‘alcançar O INTERIOR das mulheres para nos foder/construir de dentro para fora’. Como Satã, os homens possuem as mulheres, fazendo de suas fantasias e desejos os das próprias mulheres. Uma mulher que faz sexo com um homem, portanto, faz isso contra a sua vontade, mesmo que ela não sinta que foi forçada”. [Judith Levine, My Enemy, My Love: Women, Masculinity, and the Dilemmas of Gender – Meu Inimigo, Meu Amor: As Mulheres, a Masculinidade e os Dilemas de Gênero, Doubleday, 1992, p. ?]

“Eu sinto o que elas sentem: ódio aos homens, essa mistura volátil de pena, desprezo, inveja, alienação, medo, e raiva dos homens. Isso é ódio não apenas pelo homem anônimo que faz barulhos de chupar na rua, não apenas pelo estuprador ou pelo juiz que o absolve, mas pelo que os gregos chamavam de philo-aphilos, ‘ódio em amar’, pelos homens com quem as mulheres dividem suas vidas – maridos, amantes, amigos, pais, irmãos, filhos, colegas de trabalho”. [Judith Levine, My Enemy, My Love: Women, Masculinity, and the Dilemmas of Gender, Doubleday, 1992, p. ?]/// [Judith Levine, My Enemy, My Love: Man-Hating and Ambivalence in Women’s Lives – Meu Inimigo, Meu Amor: O Ódio e a Ambivalência aos Homens nas Vidas das Mulheres, 1992, Doubleday, p.?]

“Não existem fronteiras entre o sexo afetuoso e a escravidão no mundo masculino. Distinções entre prazer e perigo são acadêmicas; a lista de roupa suja de ‘atos sexuais’ ... inclui estupro, pés de lótus, felação, coito, autoerotismo, incesto, penetração anal, uso e produção de pornografia, cunilíngua, assédio sexual e assassinato. Todo sexo deve ser detido antes que a supremacia masculina seja derrotada: ... Nós não conhecemos nenhuma exceção ao sexo supremacista masculino ... Nós então nomeamos o coito, penetração e outros atos sexuais como partes integrais da construção de gênero masculino, que é o sexo; e nós o criticamos como opressivos para com as mulheres. Nós nomeamos o orgasmo como uma marca epistemológica do que é sexual, e, portanto, nós o criticamos também como opressivo para com as mulheres ...Se ele não subordina as mulheres, não é sexo”. (comentando em um documento das Mulheres Contra o Sexo: Um Coletivo de Escritoras Sulista – Resistência ao Sexo em Arranjos Heterossexuais, 1987) 

“O ódio aos homens está por todo lugar, mas em todo lugar ele é deturpado e transformado, disfarçado, tranquilizado e qualificado. Ele coexiste, nunca de maneira pacífica, com o amor, desejo, respeito e necessidade que as mulheres também sentem pelos homens. O ódio aos homens é ensombrado pela sua irmã gêmea mais branda, mais diplomática e incerta, a ambivalência”. – Judith Levine [Judith Levine, My Enemy, My Love: Man-Hating and Ambivalence in Women’s Lives – Meu Inimigo, Meu Amor: O Ódio e a Ambivalência aos Homens nas Vidas das Mulheres, 1992, Doubleday, p. 3]

 “Não existem fronteiras entre o sexo afetuoso e a escravidão no mundo masculino. Distinções entre prazer e perigo são acadêmicas; a lista de roupa suja de ‘atos sexuais’ ... inclui estupro, pés de lótus, felação, coito, autoerotismo, incesto, penetração anal, uso e produção de pornografia, cunilíngua, assédio sexual e assassinato”. – Judith Levine [Judith Levine; sumarizando um comentário sobre o documento da WAS (Um Coletivo de Escritoras Sulista: Mulheres Contra o Sexo, data?]

MacKinnon, Catherine (Professora de Direito da Universidade de Michigan e das Faculdades de Direito da Universidade de Chicago, feminista radical, escritora) (EUA)

“Politicamente, eu chamo de estupro sempre que uma mulher faz sexo e se sente violada. Você pode achar que isso é genérico demais. Eu não estou falando sobre mandar para a cadeia todos vocês homens por isso”. – Catherine MacKinnon [Catherine MacKinnon, Feminism Unmodified: Discourses of Life and Law - A Rally Against Rape – Feminismo Inalterado: Discursos da Vida e do Direito – Uma Manifestação Contra o Estupro - Harvard University Press, 1987, p. ?]

“O Feminismo enfatiza a natureza indistinguível da prostituição, casamento e assédio sexual” – Catherine MacKinnon [Catherine MacKinnon, Feminism Unmodified: Discourses of Life and Law - A Rally Against Rape, Harvard University Press, 1987, p. 81]

“Você cresce com seu pai te restringindo e cobrindo sua boca para que outro homem possa fabricar uma dor lancinante horrível entre suas pernas” – Catherine MacKinnon [Catherine MacKinnon, Feminism Unmodified: Discourses of Life and Law – Sex and Violence: A Perspective – Violência e Sexo: Uma Perspectiva, Harvard University Press, 1987, p. ?]

* “Todo sexo, até mesmo o sexo consensual entre duas pessoas casadas, é um ato de violência perpetrado contra uma mulher” - Catherine MacKinnon [Atribuído falsamente a Catherine MacKinnon: Em uma sociedade patriarcal toda penetração heterossexual é estupro, porque as mulheres, como um grupo, não são fortes o suficiente para dar consentimento relevante”. Catherine MacKinnon em Professing Feminism: Cautionary Tales from the Strange World of Women’s Studies – Professando o Feminismo: Contos Preventivos do Mundo Estranho dos Estudos das Mulheres p. 129. – David Futrelle: “Essa não é uma citação de MacKinnon. As palavras foram de fato escritas por Daphne Patai e Noretta Koertge, as verdadeiras autoras de “Professing Feminism” um livro polêmico crítico ao feminismo. Elas alegam sumarizar as visões de MacKinnon e Dworkin, porém, como Snopes aponta em seu desmascaramento da citação falsa, tanto M quanto D especificamente declararam que não consideram a penetração é estupro. Aparentemente, a citação foi atribuída a MacKinnon em uma coluna escrita pelo colunista de direita Cal Thomas, que é evidentemente como ela entrou para a terra da mitologia antifeminista. Em certa altura da história, Catharine teve seu nome alterado para Catherine]

* Catharine MacKinnon ( ) continua afirmando que “a esfera privada é uma esfera de agressão, estupro conjugal e exploração do trabalho feminino”. Dessa maneira, a privacidade e a família são reduzidos a nada mais que aspectos do plano mestre, que é a dominação masculina. Liberdades democráticas e a necessidade de se manter o nariz do estado longe de nossos assuntos pessoais são declarados como sem sentido. A verdadeira razão pela qual nossa sociedade aprecia a privacidade é porque os homens a projetaram como uma justificativa para ocultar a criminalidade deles. Se as pessoas insistem que a família tradicional é sobre amor e ajuda mútua – ideais que, reconhecidamente, são às vezes traídos – elas estão “se escondendo da verdade”. A família não é um lugar onde a agressão e o estupro conjugal às vezes acontecem, mas onde aparentemente pouca coisa acontece além disso. Homens doentios não molestam simplesmente suas filhas, eles operam com a ajuda das esposas para “treiná-las para esse propósito. - Donna Laframboise; The Princess at the Window – A Princesa na Janela; (em uma explicação crítica dos princípios da crença misândrica de Catharine MacKinnon, Gloria Steinhem et al). 

► Mainardi, Pat (professora de história da arte, Universidade de Nova Iorque; autora de “A Política do Trabalho Doméstico”, editora do Feminist Art Journal) (EUA)

“O ódio aos homens marca um ponto crucial no movimento. Nós temos estado na defensiva por tempo demais. As pessoas me perguntam com frequência como as mulheres podem ser odiadoras de homens. E eu me pergunto, como nós podemos ser qualquer outra coisa além disso”. – Pat Mainardi [Jurate Kazickas, “Hatred of Men On Conference Agenda” – Ódio dos Homens na Agenda da Conferência - sindicado (AP), Sunday News-Journal (Daytona Beach, Ga.), 24 de setembro de 1972, p. 21]

“Nós dormimos com o inimigo para descobrir seus segredos e os passarmos para nossas aliadas”, ela disse, mas a plateia silvou – Pat Mainardi [Jurate Kazickas, “Hatred of Men On Conference Agenda,” sindicado (AP), Sunday News-Journal (Daytona Beach, Ga.), 24 de setembro de 1972, p. 21]

“A única maneira de conquistar a liberação é fazer os homens miseráveis, então eles não terão paz até que as mulheres sejam livres. As mulheres casadas inventaram o ódio aos homens”. – Pat Mainardi [Jurate Kazickas, “Hatred of Men On Conference Agenda”, sindicado (AP), Sunday News-Journal (Daytona Beach, Ga.), 24 de setembro de 1972, p. 21]



► Milburn, Krista Leahanne[1] (TCC Krista Heflin, Femitheist Divine; blogger e Youtuber com mais de 10.000 inscritos (2013)) (EUA) A Nova Era do Feminismo

“Eu sou A Femiteísta, a criadora do movimento que é o Femiteísmo, e com sorte, a futura Mãe do Novo Mundo”. [Krista Leahanne Milburn (TCC Krista Jane Heflin, Femitheist Divine) website A Nova Era do Feminismo. O post mais antigo data de 19 de abril de 2011]

“Chegou a hora do Fim dos Homens, e isso vai muito além da mera castração. Nós vamos varrê-los da Terra, metade de toda a nossa população, pelo bem maior do lado menos agressivo, e pelo próprio bem deles, também”. – Krista Leahanne Milburn [Krista Leahanne Milburn (TCC Krista Jane Heflin, Femitheist Divine), “Redefinindo o Mundo: O Fim dos Homens”, Website: A Nova Era do Feminismo 14 de junho de 2012]

“Eu questiono o uso da palavra “humanidade” com relação aos homens. ... Por exemplo, se a humanidade viesse a sofrer … digamos … uma transformação do tipo de solução em curto prazo. Seria sensato que 1-10% da população global permanecesse masculina. … Essa prática de castração, uso reprodutivo, e coleta de amostras (de sêmen) continuaria até que fosse cientificamente possível criar crianças mulheres inteiramente através do material orgânico de mulheres adultas. Então, a existência dos homens não seria mais necessária, de maneira alguma. A solução em longo prazo então se seguiria”. – Krista Leahanne Milburn [Krista Leahanne Milburn (TCC Krista Jane Heflin, Femitheist Divine), “As Mulheres São Mais Importantes em se Tratando de Reprodução, e Mais” Website: A Nova Era do Feminismo, 6 de julho de 2012]

“As mulheres DEVEM e IRÃO ter igualdade e esta é a única maneira de atingir a VERDADEIRA igualdade. Os testículos de todos os homens, que produzem a maior parte da testosterona, são a causa principal de seu comportamento violento. Os testículos também contribuem consideravelmente com muitos dos problemas de saúde que os homens experimentam em idade avançada (como o câncer de próstata e, é claro, câncer testicular). ~ A Solução… Dia Internacional da Castração.:~ É minha crença (que eu considero factual, baseado em minha pesquisa) que todos os homens DEVEM ser castrados. Não apenas para a própria segurança deles, mas pela segurança de todas as mulheres e crianças inocentes”. – Krista Leahanne Milburn [Krista Leahanne Milburn (TCC Krista Jane Heflin, Femitheist Divine) “Todos os Homens Deveriam Ser Castrados? – Dia Internacional da Castração”, Femitheist Divine, 16 de abril de 2012]

“Feminização: A Feminização adicional deve ultrapassar os meios naturais, até o aspecto cultural do que é conhecido atualmente como o “homem”. Os homens devem ser informados em idade precoce que eles são inferiores e cada vez mais inúteis, como eu expliquei antes, e eles devem ser ensinados a viver como as mulheres vivem. ... Usando roupas de mulheres, sentando como as mulheres sentam, agindo como as mulheres agem, etecetera. Isso vai beneficiar muito a todos, especialmente as mulheres. E é inteiramente justificável porque é necessário”. – Krista Leahanne Milburn [Krista Leahanne Milburn (TCC Krista Jane Heflin, Femitheist Divine), “O que é a Verdadeira Igualdade? Como nós a Alcançamos?” Website: A Nova Era do Feminismo, 28 de abril de 2012]

“As pessoas, a despeito do gênero, que nascem com uma deficiência mental ou física, de grau tão profundo que foi provado socialmente que ela prejudica as funções normais, não se deve permitir que sofram por uma vida de miséria nas mãos de cuidadoras ou babás. ... As soluções simples para isso seriam: A) Fazer testes para detectar deficiências prejudiciais, e após descobrir uma, abortar a criança com a permissão da mãe (que deve ser bastante encorajada ou até mesmo legalmente exigida). B) Submeter à eutanásia qualquer criança que consiga evitar o aborto e nascer, logo que possível, de maneira a impedir que elas deformem não apenas a sociedade, mas também sua própria família. Os homens não devem ter papel algum nessa decisão. E eles não devem ter interação alguma no processo de abortar ou sacrificar a criança deficiente; por várias razões: Um homem realizando um aborto desse tipo, o que reflete ligeiramente uma ideologia parecida com a espartana, não estaria fazendo nada mais que se mostrando e inflando sua masculinidade, pois aí eles são, por extensão, os executores oficiais de uma vida a quem eles não deram à luz, e fisicamente não podem dar à luz. Apenas as mulheres devem ser as “executoras” oficiais, ou “doutoras” que executam esses procedimentos cerimoniais, porque, se uma mulher for fazer isso, seria um ato de bondade pela própria natureza inerente daquilo que é feminino”. – Krista Leahanne Milburn [Krista Leahanne Milburn (TCC Krista Jane Heflin, Femitheist Divine), “As Mulheres São Mais Importantes em se Tratando de Reprodução, e Mais” Website: A Nova Era do Feminismo, 6 de julho de 2012]

► Millet, Kate (nascida em 1934; escritora) (EUA)

“O cuidado com os filhos ... é infinitamente melhor se deixado aos praticantes mais bem treinados de ambos os sexos que o escolheram como uma vocação. A [Criação por especialistas] vai prejudicar ainda mais a estrutura familiar enquanto contribui para a Liberdade das mulheres”. – Kate Millet [Kate Millet, Sexual Politics – Política Sexual, 1970, Doubleday, pp. 178-179]

“Significativamente, a força em si está restrita ao homem que, exclusivamente, está equipado psicologicamente para perpetrar força física” – Kate Millet [Kate Millet, Sexual Politics, 1970, Doubleday, pp. 178-179]


► Mirnoff, Barbara (Organização Feministas de Nova Iorque) (EUA)

“Nós temos uma razão moral para odiar os homens, pois eles tiraram todo o nosso poder”. – Barbara Mirnoff [Jurate Kazickas, “Hatred of Men On Conference Agenda” sindicado (AP), Sunday News-Journal (Daytona Beach, Ga.), 24 de setembro de 1972, p. 21]

“Os homens impuseram suas mentes e corpos às mulheres, e nosso ódio é uma resposta natural, um ódio racional e político desenvolvido a partir de séculos de domínio masculino”. – Barbara Mirnoff [Jurate Kazickas, “Hatred of Men On Conference Agenda,” sindicado (AP), Sunday News-Journal(Daytona Beach, Ga.), 24 de setembro de 1972, p. 21]


► Morgan, Robin (atriz; feminista radical; editora (Ms. Magazine, etc.; escritora) (EUA)

“Eu afirmo que o estupro acontece toda vez que uma penetração ocorre e ela não foi iniciada pela mulher, por sua própria afeição genuína e desejo”. – Robin Morgan [Robin Morgan, Going too Far: The Personal Chronicle of a Feminist - Theory and Practice: Pornography and Rape – Indo Longe Demais: A Crônica Pessoal de uma Feminista - Teoria e Prática, Random House, 1974, p. ?]

“Eu acho que o ‘ódio aos homens’ é um ato político honroso e viável, que o oprimido tem o direito de sentir ódio da classe que o está oprimindo”. –  Robin Morgan [Citações conflitantes:1) Robin Morgan, Sisterhood Is Powerful: An Anthology of Writings from the Women’s Liberation Movement – A Sororidade é Poderosa: Uma Antologia de Obras do Movimento pela Liberação das Mulheres, Vintage, 1970); 2) Robin Morgan, discurso, “Lesbianism or Feminism: Synonyms or Contradictions?” – Lesbianismo ou Feminismo: Sinônimos ou Contradições? Palestra principal feita na Conferência Lésbica Feminista da Costa Oeste, Los Angeles, 14 de abril de 1973; texto publicado em Robert B Ridinger, editor, Speaking for Our Lives: Historic Speeches and Rhetoric for Gay and Lesbian Rights – Falando por Nossas Vidas: Discursos e Retórica Históricos pelos Direitos de Gays e Lésbicas (1892-2000),Routledge Publ., 2004, pp. 198-211?, citação da p. 202]

“...o estupro é o ato aperfeiçoado de sexualidade masculina em uma cultura patriarcal – é a metáfora definitiva para a dominação, violência, subjugação e posse” – Robin Morgan [Robin Morgan, Sisterhood Is Powerful: An Anthology of Writings from the Women’s Liberation Movement, Vintage, 1970, p. ?]

“Eu não tenho a mínima noção de que possível papel revolucionário os homens brancos heterossexuais poderiam cumprir, uma vez que eles são a própria personificação do poder do interesse-próprio reacionário. Por outro lado, eu tenho muita dificuldade em examinar o que os homens em geral podem possivelmente fazer a respeito de tudo isso. Além de fazer todo o trabalho de merda que as mulheres vêm fazendo por gerações, possivelmente não existir? Não, eu não quis dizer isso, na verdade. Sim, eu queria mesmo” [Robin Morgan, Sisterhood Is Powerful: An Anthology of Writings from the Women’s Liberation Movement, Vintage, 1970, p. ?]/// [Robin Morgan, ed., Sisterhood Is Powerful: An Anthology of Writings from the Women’s Liberation Movement, Random House, 1970, provavelmente do ensaio introdutório, p. ?]

“E vamos dissipar uma mentira para todo o sempre: a mentira de que os homens são oprimidos, também, pelo sexismo – a mentira de que podem existir coisas como ‘grupos de liberação dos homens’. A opressão é algo que um grupo comete contra outro grupo, especificamente por conta de uma característica ‘ameaçadora’ compartilhada por este último grupo – cor da pele, sexo ou idade, etc. Os opressores são de fato FODIDOS por serem mestres, mas esses mestres não são OPRIMIDOS. Qualquer mestre possui a alternativa de se despojar do sexismo ou racismo – o oprimido não possui alternativa – pois eles não possuem poder nenhum a não ser o de luta. A longo prazo, a Liberação das Mulheres irá é claro liberar os homens – mas no curto prazo vai custar aos homens muito privilégio, do qual ninguém desiste voluntariamente ou facilmente. O sexismo NÃO é culpa das mulheres – matem seus pais, não suas mães”. – Robin Morgan [Robin Morgan, Sisterhood Is Powerful: An Anthology of Writings from the Women’s Liberation Movement, Vintage, 1970, p. ?]

“A doença fálica é epidêmica e sistêmica… cada homem individual no patriarcado está ciente de seu poder relativo no esquema das coisas… Ele sabe que suas ações são apoiadas pelos pilares gêmeos do Estado dos homens – o ritual de irmandade da exigência política e o ritual de irmandade de um tesão por dominância. Como um devoto de Tânato[2], ele é uno com a prática do ‘jogo’ sadomasoquista entre ‘adultos, com consentimento mútuo’, assim como ele é uno com o estuprador”. – Robin Morgan [Robin Morgan, The Demon Lover: On the Sexual Roots of Terrorism – O Amante Demoníaco: Sobre as Raízes Sexuais do Terrorismo - (NY: Norton & Co., 1989, p. 138-9]

“A minha pele branca me enoja. O meu passaporte me enoja. Eles são marcas de um privilégio insuportável comprado pelo preço da agonia de outras pessoas”. – Robin Morgan [Robin Morgan, The Demon Lover: On the Sexual Roots of Terrorism, NY: Norton & Co., 1989, p. 224]

“O sexo, a este ponto da minha vida, tem sido trivial, na melhor das hipóteses um gesto de ternura, na pior, uma tarefa a ser cumprida. Eu não podia entender todo o furor a respeito dele”. – Robin Morgan [Robin Morgan, The Demon Lover: On the Sexual Roots of Terrorism, NY: Norton & Co., 1989, p. 229]

“Será que ela morreu da doença chamada “família”, ou da doença chamada “reabilitação”, da pobreza ou drogas ou pornografia, da economia ou escravidão sexual ou de um corpo arruinado?” [Robin Morgan, The Demon Lover: On the Sexual Roots of Terrorism (NY: Norton & Co., 1989, p. 316]

“Nós não poderemos destruir as desigualdades entre os homens e as mulheres até destruirmos o casamento”. –Robin Morgan [Robin Morgan, ed., Sisterhood Is Powerful: An Anthology of Writings from the Women’s Liberation Movement, Random House, 1970, provavelmente do ensaio introdutório, p. ?]

► Murphy, Wendy, Professora, Faculdade de Direito de New England (EUA)

“Eu nunca, jamais, encontrei uma falsa vítima de estupro .... Minhas próprias estatísticas falam a verdade”. [Wendy Murphy, entrevistada, “The Situation Room” – Algo como A Sala de Situação - CNN (TV), 5 de junho de 2006; citada em Peter Christopher Pappas, Fanning the Flames – Atiçando o Fogo, Lulu, 2014, p. 158]

► Mustafa, Bahar, Funcionária de Diversidade, Universidade Goldsmiths, Londres (RU)

“Uma funcionária de diversidade da universidade deve permanecer no posto, a despeito de provocar uma tormenta de protestos ao tuitar #matemtodososhomensbrancos e chamar pessoas de “lixo branco”. Bahar Mustafa também baniu homens brancos de um evento universitário sobre diversificar o currículo na Universidade Goldsmiths, Londres. Ela então defendeu sua posição ao declarar que ela não podia ser racista porque ela é uma mulher que pertence a uma minoria étnica”. [“University union officer who wrote 'kill all white men’ tweet will remain in post; Bahar Mustafa claims she can not be racist because she is an ethnic minority woman” – Funcionária de diversidade de universidade que escreveu o tuíte ‘matem todos os homens brancos vai permanecer no posto; Bahar Mustafa afirma que não pode ser racista porque ela é uma mulher pertencente a uma minoria étnica.  The Telegraph (Londres), 27 de maio de 2015]


► Petti, Marie (líder de um movimento feminista ultrassecreto que nasceu pelas Ilhas Britânicas em 1922) (RU)

“Um homem não é nada além de um entre milhões de simples fertilizadores. A natureza concebeu a mulher para reinar suprema”. – Marie Petti [William M. Sweets, “Man Is A Mere Imposter And Woman Is Supreme, Says Ultra-Feminist Head” – O Homem é um Mero Impostor e a Mulher é Suprema, Diz Líder Ultra-feminista - sindicado (UP), The Pittsburgh Press (Pa.), 7 de maio de 1922, p. 1]

“O homem moderno, em sua pose de superioridade, não é nada além de um mero impostor desprezível, que deve ser subjugado. A superioridade da mulher já foi estabelecida cientificamente. No começo da vida orgânica, a mulher criou o homem e o dominou. Ele era um parasita, e um escravo. Na melhor das hipóteses, o homem não é nada mais que uma consideração a posteriori da natureza”. – Marie Petti [William M. Sweets, “Man Is A Mere Imposter And Woman Is Supreme, Says Ultra-Feminist Head,” sindicado (UP), The Pittsburgh Press (Pa.), 7 de maio de 1922, p. 1]

Danielle, à esquerda

► Pynnonen, Danielle Elina (cuidadora infantil) (Austrália?)

Para referência, Danielle Elina Pynnonen é a cuidadora infantil que chamou um garoto de 9 anos de idade de “Sr. Ameaça de Estupro” e discutiu o desejo aberto de fazer mal a ele e a outros meninos sob seus cuidados.

“Eu honestamente tenho reavaliado o fato de que eu estou cuidando desses pequenos futuros estupradores, e o que isso diz sobre mim e meu separatismo. Eu sei que meio que vai contra os meus princípios ajudar e cuidar desses pequenos f***idos”. [citada em John the Other, “Feminists: demented, stunned or cultists: Why Do MRAs Keep Attacking Feminism?” – Feministas: dementes, drogadas ou cultistas: Por que os ADH’s Ficam Atacando o Feminismo? - A Voice for Men, 2 de janeiro de 2012]

► Sanger, Margaret (eugenista, simpatizante do nazismo e conselheira; fundadora do Planned Parenthood (Planejamento Familiar) (EUA)

“A coisa mais misericordiosa que uma família grande pode fazer com um de seus membros infantis é matá-lo”. – Margaret Sanger [Margaret Sanger, fundadora do Planned Parenthood, em “Women and the New Race” – As Mulheres e a Nova Corrida - p. 67]

► Sarkeesian, Anita – crítica de mídia, fundadora da Feminist Frequency (Frequência Feminista) (EUA)

“Quando você começa a aprender sobre sistemas, tudo é sexista, tudo é racista, tudo é homofóbico, e você precisa apontar tudo isso para todo mundo o tempo todo. Então aquele foi o ano da minha vida quando eu fui a pessoa mais detestável para se ter como companhia”. – Anita Sarkeesian [Discussão em Painel: “How to be a Feminist” – Como ser uma Feminista – Festival Tudo Sobre as Mulheres da Sydney Opera House no Dia Internacional das Mulheres, 8 de março de 2015]

 

► Shapiro, Treena, jornalista (EUA)

“Eu quero ser capaz de explicar para um menino de 9 anos, em termos que ele compreenda, por que eu acho que não tem problema se meninas usarem camisetas que se regozijam de sua superioridade sobre os meninos”. Treena Shapiro –  [Treena Shapiro, “Making fun of boys totally fair” – É totalmente justo fazer troça dos meninos - Honolulu Advertiser (Havaí), 3 de janeiro de 2006]


► Solanas, Valerie (escritora; feminista radical, doente mental, condenada pela tentativa de assassinato de Andy Warhol) (EUA)

“Chamar um homem de animal é elogiá-lo; ele é uma máquina, um dildo ambulante”. – Valerie Solanas [Valerie Solanas, SCUM Society for Cutting Up Men Manifesto – Manifesto SCUM – Sociedade pela Eliminação dos HomensThe Olympia Press, New York 1968;  (2001 ed., AK Press) , p. 2]


“Sendo que a vida nesta sociedade é, na melhor das hipóteses, um aborrecimento total, e que nenhum aspecto da sociedade é de alguma maneira relevante para as mulheres, resta apenas às mulheres cidadãs conscientes, responsáveis e aventureiras derrubar o governo, eliminar o sistema monetário, instituir automação completa e destruir o sexo masculino”. – Valerie Solanas [Valerie Solanas, SCUM Society for Cutting Up Men Manifesto, The Olympia Press, New York 1968;  (2001 ed., AK Press) , p. 1]

 

“O macho é um acidente biológico: o gene ‘y’ (masculino) é um gene ‘x’ (feminino) incompleto, isto é, possui um conjunto incompleto de cromossomos. Em outras palavras, o macho é uma fêmea incompleta, um aborto ambulante, abortado no estágio genético. Ser macho é ser deficiente, limitado emocionalmente; a masculinidade é uma doença de deficiência e os homens são aleijados emocionais”. – Valerie Solanas [Valerie Solanas, SCUM Society for Cutting Up Men Manifesto, The Olympia Press, New York 1968;  (2001 ed., AK Press) , p. ?]


“O macho ama a morte – ela o excita sexualmente e, já morto por dentro, ele quer morrer... O macho é, por sua própria natureza, um sanguessuga, um parasita emocional e, portanto, não possui direito ético à vida, - pois ninguém possui o direito de viver às expensas de outra pessoa”. – Valerie Solanas [Valerie Solanas, SCUM Society for Cutting Up Men Manifesto, The Olympia Press, New York 1968;  (2001 ed., AK Press) , p. ?]

“[Os homens deveriam] ...ir até o mais próximo centro de suicídio amigável onde eles seriam, rapidamente e de maneira indolor, intoxicados com gás até a morte”. – Valerie Solanas [Valerie Solanas, SCUM Society for Cutting Up Men Manifesto, The Olympia Press, New York 1968;  (2001 ed., AK Press) , p. ?]


“Ele [“o macho”] é um caroço meio morto e insensível, incapaz de dar ou receber prazer ou felicidade; consequentemente, ele é na melhor das hipóteses um aborrecimento total, uma bolha inofensiva, já que apenas aqueles capazes de assimilar os outros podem ser charmosos. Ele está preso em uma zona intermediária entre seres humanos e macacos, e é muito pior do que os macacos porque, diferente dos macacos, ele é capaz de uma vasta gama de sentimentos negativos – ódio, inveja, desprezo, nojo, culpa, vergonha, dúvida –e além disso ele está ciente do que ele é e do que ele não é”. – Valerie Solanas [Valerie Solanas, SCUM Society for Cutting Up Men Manifesto, The Olympia Press, New York 1968;  (2001 ed., AK Press) , p. ?]


► Stanton, Elizabeth Cady (12 de nov. de 1815 – 26 de out. de 1902; feminista; líder sufragista) (EUA)

“Nós somos, como um sexo, infinitamente superiores aos homens”. –  Elizabeth Cady Stanton – CONTEXTO GERAL: “A uma correspondente eu acabei de escrever: “Você exclama: ‘Por que nós nascemos mulheres? ’ Eu estou mandando para você nessa mesma postagem um papel contendo um artigo meu no qual eu demonstro a superioridade das mulheres como um fator na civilização. Nosso problema não é nossa feminilidade, mas os tresmalhos artificiais do costume sob falsas condições. Nós somos, como um sexo, infinitamente superiores aos homens, e se nós fôssemos livres e desenvolvidas, saudáveis em corpo e mente, como deveríamos ser sob condições naturais, nossa maternidade seria nossa glória. Essa função dá as mulheres tal sabedoria e poder como nenhum homem jamais poderá possuir. Quando as mulheres puderem sustentar a si mesmas, entrar em todos os ofícios e profissões, com uma casa delas mesmas sobre suas cabeças e uma conta bancária, elas vão possuir seus próprios corpos e ser as ditadoras na esfera social”. –  Elizabeth Cady Stanton [de uma carta datada de 27 de dezembro de 1890; em Theodore Stanton & Harriet Stanton Blatch, editores, Elizabeth Cady Stanton As Revealed in Her Letters and Diary and Reminisces, Volume Two – Elizabeth Cady Stanton Como Revelada em Suas Cartas e Diários e Reminiscências, Volume Dois - Harper & Brothers Publishers, New York, 1922, p. 270]


► Steinem, Gloria (fundadora da New York Magazine, fundadora da Ms. Magazine) (EUA)

 

“Derrubar o capitalismo é pequeno demais para nós. Nós devemos derrubar todo o patriarcado F*#@+*o!” – Gloria Steinem [citação de um artigo de Gloria Steinem (título desconhecido), Editora Michigan Free, 15 de abril de 1974; algumas fontes citam erroneamente a Editora Detroit Free]


“O patriarcado requer a violência ou a ameaça subliminar de violência de maneira a se sustentar... A situação mais perigosa para uma mulher não é um homem desconhecido na rua, ou mesmo o inimigo em época de guerra, mas um marido ou amante no isolamento de sua casa”. – Gloria Steinem [Gloria Steinem, Revolution from Within: A Book of Self-Esteem – Revolução Interior: Um Livro de Autoestima, 1992, Little, Brown & Co., pp. 259-61]


“Uma mulher lendo a Playboy parece um pouco como um judeu lendo um manual nazista”. – Gloria Steinem [Gloria Steinem, “What Playboy Doesn’t Know about Women Could Fill a Book” – O que a Playboy Não Sabe sobre as Mulheres Poderia Encher um Livro” - McCall’s, outubro de 1970, 139-40; citada no Livro de Citações da Yale]


► Stone, Sharon (atriz) (EUA)


* “Quanto mais famosa e poderosa eu me torno mais poder eu tenho para prejudicar os homens”. – Sharon Stone [fonte não determinada, possivelmente falsa].



► Strittmater, Louisa (compôs um testamento escrito que revelou uma filosofia feminista radical que ela esperava promover com seu patrocínio) (EUA)

Paráfrase do juiz: “Aguardava com esperança o dia em que a ciência permitiria que as mulheres tivessem filhos sem a ajuda dos homens. Uma vez que a mulher adquirisse esse poder ela queria que todos os meninos fossem mortos ao nascer”. – Louisa Strittmater [“Man-Hating Champ” – Campeã do Ódio aos Homens - American Weekly, seção de revistas do San Antonio Light), (San Antonio, Tx.), seção de Revistas, 24 de novembro de 1946, p. ?]


► Sullinger, Helen & Lehmann, Nancy (feministas radicais de Minnesota) (EUA)
“O casamento existiu para o benefício dos homens e tem sido um método legalmente sancionado de controle sobre as mulheres....A sociedade masculina nos vendeu a ideia do casamento....Agora nós sabemos que ele é a instituição que falhou para conosco e nós devemos trabalhar para destruí-lo.... O fim da instituição do casamento é uma condição necessária para a liberação das mulheres. Portanto, é importante para nós encorajar as mulheres a deixarem seus maridos e não viver individualmente com os homens”. – Nancy Lehmann e Helen Sullinger [Nancy Lehmann e Helen Sullinger, Declaration of Feminism – Declaração do Feminismo, 1971 (30 páginas) ]


► Trebilcot, Joyce (professora da Universidade de Washington) (EUA)
“Se a situação da sala de aula é muito heteropatriarcal – uma classe iniciante de 50 a 60 estudantes, digamos, com poucas estudantes feministas – É provável que eu defina minha tarefa como principalmente uma tarefa de recrutamento... de persuadir os estudantes de que as mulheres são oprimidas”. - Professora Joyce Trebilcot [citada em Christina Hoff Sommers, Who Stole Feminism: How Women Have Betrayed Women, 1994, Simon & Schuster, p. ?]


► Walker, Lenore (psicoterapeuta) (EUA)

“Apenas os homens matam por raiva” [de: Gerald Caplan, “Battered Wives” – Esposas Agredidas - National Review, 25 de fevereiro de 1991]


► Wiseman, Eva (jornalista) (RU)

“… quando o mundo não está do lado da vítima [acusadora] outras mulheres vão colaborar com a cultura do estupro de maneira a se sentirem seguras. Esse é um dos efeitos de perpetuar a ficção de que as mulheres mentem sobre estupro – nós acabamos atacando a nós mesmas”. – Eva Wiseman [Eva Wiseman, “The truth about women ‘crying rape’” – A verdade sobre as mulheres ‘acusando de estupro’” - The Observer, 30 de março de 2013]

► Wolf, Naomi (jornalista) (EUA)

 

“A cirurgia plástica e a ideologia do autoaperfeiçoamento pode ter feito da esperança das mulheres pelo recurso legal à justiça uma coisa obsoleta”. [Naomi Wolf, The Beauty Myth – O Mito da Beleza, 1990, Harper, p. 55.]


► Yard, Molly (presidente da NOW) (EUA)

Em resposta a uma pergunta a respeito da política chinesa de aborto compulsório após o primeiro filho, Molly Yard respondeu: “Eu considero que a política do governo chinês está entre as mais inteligentes do mundo”. – Molly Yard (Gary Bauer, “Abetting Coercion in China” – Incentivando a Coerção na China - The Washington Times, 10 de outubro de 1989, p. ?).



[1] Algumas fontes da internet afirmam que ela é uma fraude, ou uma sátira feminista, que não deve ser levada a sério. Tenho minhas dúvidas. Muito do que ela fala não é original, tendo sido dito por feministas radicais antes dela.

[2] Tânato ou Tânatos (em grego: Θάνατος, transl.: Thánatos, lit. "morte"), na mitologia grega, era a personificação da morte, enquanto Hades reinava sobre os mortos no mundo inferior. Seu nome é transliterado em latim como Thanatus e seu equivalente na mitologia romana é Mors ou Leto (Letum).


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