Citações Feministas - Corrigidas e Anotadas - Parte III
“se este
livro deixa a impressão de que os homens conspiraram para manter as mulheres
oprimidas, esta é exatamente a impressão que eu quero transmitir; pois eu
acredito que os homens não poderiam ter tido tanto sucesso quanto tiveram sem
que houvesse um esforço organizado”. [Ann Jones, Women Who Kill – Mulheres Que Matam, Ballantine, 1981,
p. xvii; citada em Peter Vronsky, Female Serial Killers: How and Why
Women Become Monsters – Mulheres
Assassinas em Série: Como e Por que as Mulheres se Tornam Monstros,
2007, Berkeley Books, p. 16]
► Jordan,
Barbara (Câmara dos Deputados dos EUA, Texas, 93ª (1973–1975), 94ª
(1975–1977), 95ª (1977–1979)) (EUA)
“Eu
acredito que as mulheres possuem uma capacidade para a compreensão e a
compaixão que o homem estruturalmente não possui, e ele não possui porque ele
não pode possuir. Ele é simplesmente incapaz disso”. – Barbara Jordan [Barbara
Jordan, falando em um simpósio político feminino, em setembro de 1991; citada
em Lawrence Wright, “Are Men Necessary” – Os Homens São Necessários? - Texas
Monthly, fevereiro de 1992, p. 84]
► Kempton, Sally (escritora, revista Esquire) (EUA)
“Eu me
tornei uma feminista como uma alternativa a me tornar uma masoquista. Na
verdade, eu era uma masoquista; Eu me tornei uma feminista porque ser uma
masoquista é intolerável”. – Sally Kempton [Sally Kempton, “Cutting Loose” – Me Libertando - Esquire (New
York, julho de 1970; citada em Ellery Queen, “‘Sweet Assassins’ and the Liberation” – As ‘Doces Assassinas’ e a Liberação -
Picture Magazine (suplemento de domingo), 14 de fevereiro de 1971,
p. 4]
“Eu
costumava deitar na cama ao lado do meu marido depois daquelas brigas e desejar
que tivesse a coragem de esmagar a cabeça dele com uma frigideira... Eu
murmurava para mim mesma através de dentes cerrados, me opondo à percepção de
que eu não ousaria, não porque eu tinha medo de machucar ele de maneira séria –
Eu adoraria fazer isso – mas porque...eu tinha medo que ele me abandonasse”. –
Sally Kempton [Sally Kempton, “Cutting Loose” Esquire (Nova
Iorque, julho de 1970; citada em Ellery Queen, “‘Sweet Assassins’ and the
Liberation,” Picture Magazine (suplemento de domingo), 14 de
fevereiro de 1971, p. 4]
► Kollontai, Alexandra (1872-1952) – Rússia Soviética; co-fundadora do Zhenotdel (Departamento das Mulheres) do Secretariado do Comitê Central do Partido Comunista da Rússia (Bolcheviques)
“A
mãe-trabalhadora deve aprender a não diferenciar entre o seu e o meu; ela deve
lembrar que existem apenas nossos filhos, os filhos dos trabalhadores
comunistas da Rússia. [Komunistka, No. 2, 1920, e em inglês no The
Worker, 1920; Selected Writings of Alexandra Kollontai – Obras Selecionadas de Alexandra Kollontai,
Allison & Busby, 1977]
“HOMEM:
... uma forma de vida obsoleta... uma criatura ordinária que deve ser
vigiada... um homem infantil contraditório...” – fonte original? [Cheris Kramarae, Ann Russo, editoras, A Feminist Dictionary,
Pandora Press, 1985, republicado pela University of Illinois Press, 1996, p. ?]
► Lerner,
Gerda (professora) (EUA)
“Nós
sabemos há muito tempo que o estupro tem sido uma maneira de nos aterrorizar e
nos manter em sujeição. Agora, nós também sabemos que nós participamos, ainda
que inadvertidamente, no estupro de nossas mentes”. – Gerda Lerner [citada em Christina
Hoff Sommers, Who Stole Feminism: How Women Have Betrayed Women, 1994,
Simon & Schuster, p. 55]
► Levine, Judith (feminista radical, escritora)
“A
sexualidade dos homens é má e violenta, e os homens são tão poderosos que eles
podem ‘alcançar O INTERIOR das mulheres para nos foder/construir de dentro para
fora’. Como Satã, os homens possuem as mulheres, fazendo de suas fantasias e
desejos os das próprias mulheres. Uma mulher que faz sexo com um homem,
portanto, faz isso contra a sua vontade, mesmo que ela não sinta que foi
forçada”. [Judith Levine, My Enemy, My Love: Women, Masculinity, and
the Dilemmas of Gender – Meu
Inimigo, Meu Amor: As Mulheres, a Masculinidade e os Dilemas de Gênero,
Doubleday, 1992, p. ?]
“Eu sinto
o que elas sentem: ódio aos homens, essa mistura volátil de pena, desprezo,
inveja, alienação, medo, e raiva dos homens. Isso é ódio não apenas pelo homem
anônimo que faz barulhos de chupar na rua, não apenas pelo estuprador ou pelo
juiz que o absolve, mas pelo que os gregos chamavam de philo-aphilos, ‘ódio em
amar’, pelos homens com quem as mulheres dividem suas vidas – maridos, amantes,
amigos, pais, irmãos, filhos, colegas de trabalho”. [Judith Levine, My Enemy, My Love: Women, Masculinity, and the
Dilemmas of Gender, Doubleday, 1992, p. ?]/// [Judith
Levine, My Enemy, My Love: Man-Hating and Ambivalence in Women’s Lives
– Meu Inimigo, Meu Amor: O Ódio e
a Ambivalência aos Homens nas Vidas das Mulheres, 1992,
Doubleday, p.?]
“Não
existem fronteiras entre o sexo afetuoso e a escravidão no mundo masculino.
Distinções entre prazer e perigo são acadêmicas; a lista de roupa suja de ‘atos
sexuais’ ... inclui estupro, pés de lótus, felação, coito, autoerotismo,
incesto, penetração anal, uso e produção de pornografia, cunilíngua, assédio
sexual e assassinato. Todo sexo deve ser detido antes que a supremacia
masculina seja derrotada: ... Nós não conhecemos nenhuma exceção ao sexo
supremacista masculino ... Nós então nomeamos o coito, penetração e outros atos
sexuais como partes integrais da construção de gênero masculino, que é o sexo;
e nós o criticamos como opressivos para com as mulheres. Nós nomeamos o orgasmo
como uma marca epistemológica do que é sexual, e, portanto, nós o criticamos
também como opressivo para com as mulheres ...Se ele não subordina as mulheres,
não é sexo”. (comentando em um documento das Mulheres Contra o Sexo: Um
Coletivo de Escritoras Sulista – Resistência ao Sexo em Arranjos Heterossexuais,
1987)
“O ódio
aos homens está por todo lugar, mas em todo lugar ele é deturpado e transformado,
disfarçado, tranquilizado e qualificado. Ele coexiste, nunca de maneira
pacífica, com o amor, desejo, respeito e necessidade que as mulheres também
sentem pelos homens. O ódio aos homens é ensombrado pela sua irmã gêmea mais
branda, mais diplomática e incerta, a ambivalência”. – Judith Levine [Judith
Levine, My Enemy, My Love: Man-Hating and Ambivalence in Women’s Lives
– Meu Inimigo, Meu Amor: O Ódio e
a Ambivalência aos Homens nas Vidas das Mulheres, 1992,
Doubleday, p. 3]
“Não existem fronteiras entre o sexo afetuoso
e a escravidão no mundo masculino. Distinções entre prazer e perigo são
acadêmicas; a lista de roupa suja de ‘atos sexuais’ ... inclui estupro, pés de
lótus, felação, coito, autoerotismo, incesto, penetração anal, uso e produção
de pornografia, cunilíngua, assédio sexual e assassinato”. – Judith Levine
[Judith Levine; sumarizando um comentário sobre o documento da WAS (Um Coletivo
de Escritoras Sulista: Mulheres Contra o Sexo, data?]
►MacKinnon, Catherine (Professora de Direito da Universidade de Michigan e das Faculdades de Direito da Universidade de Chicago, feminista radical, escritora) (EUA)
“Politicamente,
eu chamo de estupro sempre que uma mulher faz sexo e se sente violada. Você
pode achar que isso é genérico demais. Eu não estou falando sobre mandar para a
cadeia todos vocês homens por isso”. – Catherine MacKinnon [Catherine
MacKinnon, Feminism Unmodified: Discourses of Life and Law - A Rally
Against Rape – Feminismo
Inalterado: Discursos da Vida e do Direito – Uma Manifestação Contra o Estupro
- Harvard University Press, 1987, p. ?]
“O Feminismo enfatiza a natureza
indistinguível da prostituição, casamento e assédio sexual” – Catherine
MacKinnon [Catherine MacKinnon, Feminism Unmodified: Discourses of Life
and Law - A Rally Against Rape, Harvard University Press, 1987, p. 81]
“Você
cresce com seu pai te restringindo e cobrindo sua boca para que outro homem
possa fabricar uma dor lancinante horrível entre suas pernas” – Catherine
MacKinnon [Catherine MacKinnon, Feminism Unmodified: Discourses of Life
and Law – Sex and Violence: A Perspective – Violência e Sexo: Uma Perspectiva, Harvard University Press,
1987, p. ?]
* “Todo
sexo, até mesmo o sexo consensual entre duas pessoas casadas, é um ato de
violência perpetrado contra uma mulher” - Catherine MacKinnon [Atribuído
falsamente a Catherine MacKinnon: Em uma sociedade patriarcal toda penetração
heterossexual é estupro, porque as mulheres, como um grupo, não são fortes o
suficiente para dar consentimento relevante”. Catherine MacKinnon em Professing Feminism: Cautionary Tales from
the Strange World of Women’s Studies – Professando o Feminismo: Contos
Preventivos do Mundo Estranho dos Estudos das Mulheres p. 129. – David
Futrelle: “Essa não é uma citação de MacKinnon. As palavras foram de fato
escritas por Daphne Patai e Noretta Koertge, as verdadeiras autoras de “Professing Feminism” um livro polêmico
crítico ao feminismo. Elas alegam sumarizar as visões de MacKinnon e Dworkin,
porém, como Snopes aponta em seu desmascaramento da citação falsa, tanto M
quanto D especificamente declararam que não consideram a penetração é estupro.
Aparentemente, a citação foi atribuída a MacKinnon em uma coluna escrita pelo
colunista de direita Cal Thomas, que é evidentemente como ela entrou para a
terra da mitologia antifeminista. Em certa altura da história, Catharine teve
seu nome alterado para Catherine]
*
Catharine MacKinnon ( ) continua afirmando que “a esfera privada é uma esfera
de agressão, estupro conjugal e exploração do trabalho feminino”. Dessa
maneira, a privacidade e a família são reduzidos a nada mais que aspectos do
plano mestre, que é a dominação masculina. Liberdades democráticas e a
necessidade de se manter o nariz do estado longe de nossos assuntos pessoais
são declarados como sem sentido. A verdadeira razão pela qual nossa sociedade
aprecia a privacidade é porque os homens a projetaram como uma justificativa
para ocultar a criminalidade deles. Se as pessoas insistem que a família
tradicional é sobre amor e ajuda mútua – ideais que, reconhecidamente, são às
vezes traídos – elas estão “se escondendo da verdade”. A família não é um lugar
onde a agressão e o estupro conjugal às vezes acontecem, mas onde aparentemente
pouca coisa acontece além disso. Homens doentios não molestam simplesmente suas
filhas, eles operam com a ajuda das esposas para “treiná-las para esse
propósito. - Donna Laframboise; The
Princess at the Window – A Princesa na Janela; (em uma explicação crítica
dos princípios da crença misândrica de Catharine MacKinnon, Gloria Steinhem et
al).
► Mainardi, Pat (professora de história da arte, Universidade de Nova Iorque; autora de “A Política do Trabalho Doméstico”, editora do Feminist Art Journal) (EUA)
“O ódio aos homens marca um ponto crucial no movimento. Nós temos estado na
defensiva por tempo demais. As pessoas me perguntam com frequência como as
mulheres podem ser odiadoras de homens. E eu me pergunto, como nós podemos ser
qualquer outra coisa além disso”. – Pat Mainardi [Jurate Kazickas, “Hatred of Men On Conference Agenda” –
Ódio dos Homens na Agenda da Conferência - sindicado (AP), Sunday
News-Journal (Daytona Beach, Ga.), 24 de setembro de 1972, p. 21]
“Nós
dormimos com o inimigo para descobrir seus segredos e os passarmos para nossas
aliadas”, ela disse, mas a plateia silvou – Pat Mainardi [Jurate Kazickas,
“Hatred of Men On Conference Agenda,” sindicado (AP), Sunday News-Journal (Daytona
Beach, Ga.), 24 de setembro de 1972, p. 21]
“A única
maneira de conquistar a liberação é fazer os homens miseráveis, então eles não
terão paz até que as mulheres sejam livres. As mulheres casadas inventaram o
ódio aos homens”. – Pat Mainardi [Jurate Kazickas, “Hatred of Men On Conference
Agenda”, sindicado (AP), Sunday News-Journal (Daytona Beach,
Ga.), 24 de setembro de 1972, p. 21]
► Milburn, Krista Leahanne[1] (TCC Krista Heflin, Femitheist Divine; blogger e Youtuber com mais de 10.000 inscritos (2013)) (EUA) A Nova Era do Feminismo
“Eu sou A Femiteísta, a criadora do movimento que é o Femiteísmo, e com sorte,
a futura Mãe do Novo Mundo”. [Krista Leahanne Milburn (TCC Krista Jane Heflin,
Femitheist Divine) website A Nova Era do Feminismo. O post mais antigo data de
19 de abril de 2011]
“Chegou a
hora do Fim dos Homens, e isso vai muito além da mera castração. Nós vamos
varrê-los da Terra, metade de toda a nossa população, pelo bem maior do lado
menos agressivo, e pelo próprio bem deles, também”. – Krista Leahanne Milburn [Krista
Leahanne Milburn (TCC Krista Jane Heflin, Femitheist
Divine), “Redefinindo o Mundo: O Fim dos Homens”, Website: A Nova Era do
Feminismo 14 de junho de 2012]
“Eu
questiono o uso da palavra “humanidade” com relação aos homens. ... Por
exemplo, se a humanidade viesse a sofrer … digamos … uma transformação do tipo
de solução em curto prazo. Seria sensato que 1-10% da população global
permanecesse masculina. … Essa prática de castração, uso reprodutivo, e coleta
de amostras (de sêmen) continuaria até que fosse cientificamente possível criar
crianças mulheres inteiramente através do material orgânico de mulheres
adultas. Então, a existência dos homens não seria mais necessária, de maneira
alguma. A solução em longo prazo então se seguiria”. – Krista Leahanne Milburn
[Krista Leahanne Milburn (TCC Krista Jane Heflin, Femitheist Divine), “As Mulheres São Mais Importantes em se
Tratando de Reprodução, e Mais” Website: A Nova Era do Feminismo, 6 de julho de
2012]
“As mulheres
DEVEM e IRÃO ter igualdade e esta é a única maneira de atingir a VERDADEIRA
igualdade. Os testículos de todos os homens, que produzem a maior parte da
testosterona, são a causa principal de seu comportamento violento. Os testículos
também contribuem consideravelmente com muitos dos problemas de saúde que os
homens experimentam em idade avançada (como o câncer de próstata e, é claro,
câncer testicular). ~ A Solução… Dia Internacional da Castração.:~ É minha
crença (que eu considero factual, baseado em minha pesquisa) que todos os
homens DEVEM ser castrados. Não apenas para a própria segurança deles, mas pela
segurança de todas as mulheres e crianças inocentes”. – Krista Leahanne Milburn
[Krista Leahanne Milburn (TCC Krista Jane Heflin, Femitheist Divine) “Todos os Homens Deveriam Ser Castrados? – Dia
Internacional da Castração”, Femitheist
Divine, 16 de abril de 2012]
“Feminização: A Feminização adicional deve ultrapassar os meios naturais, até o
aspecto cultural do que é conhecido atualmente como o “homem”. Os homens devem
ser informados em idade precoce que eles são inferiores e cada vez mais
inúteis, como eu expliquei antes, e eles devem ser ensinados a viver como as
mulheres vivem. ... Usando roupas de mulheres, sentando como as mulheres
sentam, agindo como as mulheres agem, etecetera. Isso vai beneficiar muito a
todos, especialmente as mulheres. E é inteiramente justificável porque é
necessário”. – Krista Leahanne Milburn [Krista Leahanne Milburn (TCC Krista
Jane Heflin, Femitheist Divine), “O
que é a Verdadeira Igualdade? Como nós a Alcançamos?” Website: A Nova Era do
Feminismo, 28 de abril de 2012]
“As pessoas, a despeito do gênero, que nascem com uma deficiência mental ou
física, de grau tão profundo que foi provado socialmente que ela prejudica as
funções normais, não se deve permitir que sofram por uma vida de miséria nas
mãos de cuidadoras ou babás. ... As soluções simples para isso seriam: A) Fazer
testes para detectar deficiências prejudiciais, e após descobrir uma, abortar a
criança com a permissão da mãe (que deve ser bastante encorajada ou até mesmo
legalmente exigida). B) Submeter à eutanásia qualquer criança que consiga
evitar o aborto e nascer, logo que possível, de maneira a impedir que elas
deformem não apenas a sociedade, mas também sua própria família. Os homens não
devem ter papel algum nessa decisão. E eles não devem ter interação alguma no
processo de abortar ou sacrificar a criança deficiente; por várias razões: Um
homem realizando um aborto desse tipo, o que reflete ligeiramente uma ideologia
parecida com a espartana, não estaria fazendo nada mais que se mostrando e
inflando sua masculinidade, pois aí eles são, por extensão, os executores
oficiais de uma vida a quem eles não deram à luz, e fisicamente não podem dar à
luz. Apenas as mulheres devem ser as “executoras” oficiais, ou “doutoras” que
executam esses procedimentos cerimoniais, porque, se uma mulher for fazer isso,
seria um ato de bondade pela própria natureza inerente daquilo que é feminino”.
– Krista Leahanne Milburn [Krista Leahanne Milburn (TCC Krista Jane Heflin, Femitheist Divine), “As Mulheres São
Mais Importantes em se Tratando de Reprodução, e Mais” Website: A Nova Era do
Feminismo, 6 de julho de 2012]
► Millet, Kate (nascida em 1934; escritora) (EUA)
“O
cuidado com os filhos ... é infinitamente melhor se deixado aos praticantes
mais bem treinados de ambos os sexos que o escolheram como uma vocação. A
[Criação por especialistas] vai prejudicar ainda mais a estrutura familiar
enquanto contribui para a Liberdade das mulheres”. – Kate Millet [Kate
Millet, Sexual Politics – Política
Sexual, 1970, Doubleday, pp. 178-179]
“Significativamente,
a força em si está restrita ao homem que, exclusivamente, está equipado
psicologicamente para perpetrar força física” – Kate Millet [Kate Millet, Sexual
Politics, 1970, Doubleday, pp. 178-179]
► Mirnoff, Barbara (Organização Feministas de Nova Iorque) (EUA)
“Nós temos uma razão moral para odiar os homens, pois eles tiraram todo o nosso
poder”. – Barbara Mirnoff [Jurate Kazickas, “Hatred of Men On Conference Agenda” sindicado (AP), Sunday
News-Journal (Daytona Beach, Ga.), 24 de setembro de 1972, p. 21]
“Os
homens impuseram suas mentes e corpos às mulheres, e nosso ódio é uma resposta
natural, um ódio racional e político desenvolvido a partir de séculos de
domínio masculino”. – Barbara Mirnoff [Jurate Kazickas, “Hatred of Men On
Conference Agenda,” sindicado (AP), Sunday News-Journal(Daytona
Beach, Ga.), 24 de setembro de 1972, p. 21]
“Eu afirmo que o estupro acontece toda vez que uma penetração ocorre e ela não
foi iniciada pela mulher, por sua própria afeição genuína e desejo”. – Robin
Morgan [Robin Morgan, Going too Far: The Personal Chronicle of a
Feminist - Theory and Practice: Pornography and Rape – Indo Longe Demais: A Crônica Pessoal de uma
Feminista - Teoria e Prática, Random House, 1974, p. ?]
“Eu acho
que o ‘ódio aos homens’ é um ato político honroso e viável, que o oprimido tem
o direito de sentir ódio da classe que o está oprimindo”. – Robin Morgan
[Citações conflitantes:1) Robin Morgan, Sisterhood
Is Powerful: An Anthology of Writings from the Women’s Liberation Movement – A
Sororidade é Poderosa: Uma Antologia de Obras do Movimento pela Liberação das
Mulheres, Vintage, 1970); 2) Robin Morgan, discurso, “Lesbianism or Feminism: Synonyms or Contradictions?” – Lesbianismo
ou Feminismo: Sinônimos ou Contradições? Palestra principal feita na
Conferência Lésbica Feminista da Costa Oeste, Los Angeles, 14 de abril de 1973;
texto publicado em Robert B Ridinger, editor, Speaking for Our Lives:
Historic Speeches and Rhetoric for Gay and Lesbian Rights – Falando por Nossas Vidas: Discursos e
Retórica Históricos pelos Direitos de Gays e Lésbicas (1892-2000),Routledge
Publ., 2004, pp. 198-211?, citação da p. 202]
“...o
estupro é o ato aperfeiçoado de sexualidade masculina em uma cultura patriarcal
– é a metáfora definitiva para a dominação, violência, subjugação e posse” –
Robin Morgan [Robin Morgan, Sisterhood Is Powerful: An Anthology of
Writings from the Women’s Liberation Movement, Vintage, 1970, p. ?]
“Eu não
tenho a mínima noção de que possível papel revolucionário os homens brancos
heterossexuais poderiam cumprir, uma vez que eles são a própria personificação
do poder do interesse-próprio reacionário. Por outro lado, eu tenho muita
dificuldade em examinar o que os homens em geral podem possivelmente fazer a
respeito de tudo isso. Além de fazer todo o trabalho de merda que as mulheres
vêm fazendo por gerações, possivelmente não existir? Não, eu não quis dizer
isso, na verdade. Sim, eu queria mesmo” [Robin
Morgan, Sisterhood Is Powerful: An Anthology of Writings from the
Women’s Liberation Movement, Vintage, 1970, p. ?]/// [Robin Morgan,
ed., Sisterhood Is Powerful: An Anthology of Writings from the Women’s
Liberation Movement, Random House, 1970, provavelmente do ensaio
introdutório, p. ?]
“E vamos
dissipar uma mentira para todo o sempre: a mentira de que os homens são
oprimidos, também, pelo sexismo – a mentira de que podem existir coisas como
‘grupos de liberação dos homens’. A opressão é algo que um grupo comete contra
outro grupo, especificamente por conta de uma característica ‘ameaçadora’
compartilhada por este último grupo – cor da pele, sexo ou idade, etc. Os
opressores são de fato FODIDOS por serem mestres, mas esses mestres não são
OPRIMIDOS. Qualquer mestre possui a alternativa de se despojar do sexismo ou
racismo – o oprimido não possui alternativa – pois eles não possuem poder
nenhum a não ser o de luta. A longo prazo, a Liberação das Mulheres irá é claro
liberar os homens – mas no curto prazo vai custar aos homens muito privilégio,
do qual ninguém desiste voluntariamente ou facilmente. O sexismo NÃO é culpa das mulheres – matem seus pais, não suas mães”. –
Robin Morgan [Robin Morgan, Sisterhood Is Powerful: An Anthology of
Writings from the Women’s Liberation Movement, Vintage, 1970, p. ?]
“A doença
fálica é epidêmica e sistêmica… cada homem individual no patriarcado está
ciente de seu poder relativo no esquema das coisas… Ele sabe que suas ações são
apoiadas pelos pilares gêmeos do Estado dos homens – o ritual de irmandade da
exigência política e o ritual de irmandade de um tesão por dominância. Como um
devoto de Tânato[2],
ele é uno com a prática do ‘jogo’ sadomasoquista entre ‘adultos, com
consentimento mútuo’, assim como ele é uno com o estuprador”. – Robin Morgan
[Robin Morgan, The Demon Lover: On the Sexual Roots of Terrorism –
O Amante Demoníaco: Sobre as Raízes Sexuais do Terrorismo - (NY: Norton &
Co., 1989, p. 138-9]
“A minha
pele branca me enoja. O meu passaporte me enoja. Eles são marcas de um
privilégio insuportável comprado pelo preço da agonia de outras pessoas”. –
Robin Morgan [Robin Morgan, The Demon Lover: On the Sexual Roots of
Terrorism, NY: Norton & Co., 1989, p. 224]
“O sexo,
a este ponto da minha vida, tem sido trivial, na melhor das hipóteses um gesto
de ternura, na pior, uma tarefa a ser cumprida. Eu não podia entender todo o
furor a respeito dele”. – Robin Morgan [Robin Morgan, The Demon Lover:
On the Sexual Roots of Terrorism, NY: Norton & Co., 1989, p. 229]
“Será que
ela morreu da doença chamada “família”, ou da doença chamada “reabilitação”, da
pobreza ou drogas ou pornografia, da economia ou escravidão sexual ou de um
corpo arruinado?” [Robin Morgan, The Demon Lover: On the Sexual Roots
of Terrorism (NY: Norton & Co., 1989, p. 316]
“Nós não
poderemos destruir as desigualdades entre os homens e as mulheres até destruirmos
o casamento”. –Robin Morgan [Robin Morgan, ed., Sisterhood Is Powerful:
An Anthology of Writings from the Women’s Liberation Movement, Random
House, 1970, provavelmente do ensaio introdutório, p. ?]
► Murphy, Wendy, Professora, Faculdade de Direito de New England (EUA)
“Eu
nunca, jamais, encontrei uma falsa vítima de estupro .... Minhas próprias
estatísticas falam a verdade”. [Wendy Murphy, entrevistada, “The Situation Room” – Algo como A Sala
de Situação - CNN (TV), 5 de junho de 2006; citada em Peter Christopher Pappas,
Fanning the Flames – Atiçando o Fogo,
Lulu, 2014, p. 158]
► Mustafa, Bahar, Funcionária de Diversidade, Universidade Goldsmiths, Londres (RU)
“Uma
funcionária de diversidade da universidade deve permanecer no posto, a despeito
de provocar
uma tormenta de protestos ao tuitar #matemtodososhomensbrancos e chamar
pessoas de “lixo branco”. Bahar Mustafa também baniu homens brancos de um
evento universitário sobre diversificar o currículo na Universidade Goldsmiths,
Londres. Ela então defendeu sua posição ao declarar que ela não podia ser
racista porque ela é uma mulher que pertence a uma minoria étnica”. [“University union officer who wrote 'kill all
white men’ tweet will remain in post; Bahar Mustafa claims she can not be
racist because she is an ethnic minority woman” – Funcionária de
diversidade de universidade que escreveu o tuíte ‘matem todos os homens brancos
vai permanecer no posto; Bahar Mustafa afirma que não pode ser racista porque
ela é uma mulher pertencente a uma minoria étnica. The Telegraph (Londres), 27 de maio de 2015]
► Petti, Marie (líder de um movimento feminista ultrassecreto
que nasceu pelas Ilhas Britânicas em 1922) (RU)
“Um homem
não é nada além de um entre milhões de simples fertilizadores. A natureza
concebeu a mulher para reinar suprema”. – Marie Petti [William M. Sweets, “Man Is A Mere Imposter And Woman Is Supreme,
Says Ultra-Feminist Head” – O Homem é um Mero Impostor e a Mulher é
Suprema, Diz Líder Ultra-feminista - sindicado (UP), The Pittsburgh
Press (Pa.), 7 de maio de 1922, p. 1]
“O homem moderno, em sua pose de superioridade, não é nada além de um mero
impostor desprezível, que deve ser subjugado. A superioridade da mulher já foi
estabelecida cientificamente. No começo da vida orgânica, a mulher criou o
homem e o dominou. Ele era um parasita, e um escravo. Na melhor das hipóteses,
o homem não é nada mais que uma consideração a posteriori da natureza”. – Marie
Petti [William M. Sweets, “Man Is A Mere Imposter And Woman Is Supreme, Says
Ultra-Feminist Head,” sindicado (UP), The Pittsburgh Press (Pa.),
7 de maio de 1922, p. 1]
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| Danielle, à esquerda |
► Pynnonen, Danielle Elina (cuidadora infantil) (Austrália?)
Para
referência, Danielle Elina Pynnonen é a cuidadora infantil que chamou um garoto
de 9 anos de idade de “Sr. Ameaça de Estupro” e discutiu o desejo aberto de
fazer mal a ele e a outros meninos sob seus cuidados.
“Eu
honestamente tenho reavaliado o fato de que eu estou cuidando desses pequenos
futuros estupradores, e o que isso diz sobre mim e meu separatismo. Eu sei que
meio que vai contra os meus princípios ajudar e cuidar desses pequenos
f***idos”. [citada em John the Other, “Feminists:
demented, stunned or cultists: Why Do MRAs Keep Attacking Feminism?” –
Feministas: dementes, drogadas ou cultistas: Por que os ADH’s Ficam Atacando o
Feminismo? - A Voice for Men, 2 de janeiro de 2012]
► Sanger,
Margaret (eugenista, simpatizante do nazismo e conselheira; fundadora
do Planned Parenthood (Planejamento Familiar) (EUA)
“A coisa
mais misericordiosa que uma família grande pode fazer com um de seus membros
infantis é matá-lo”. – Margaret Sanger [Margaret Sanger, fundadora do Planned
Parenthood, em “Women and the New Race”
– As Mulheres e a Nova Corrida - p. 67]
► Sarkeesian, Anita – crítica de mídia, fundadora da Feminist Frequency (Frequência Feminista) (EUA)
“Quando
você começa a aprender sobre sistemas, tudo
é sexista, tudo é racista, tudo é homofóbico, e você precisa apontar tudo isso para todo
mundo o tempo todo. Então aquele foi o ano da minha vida quando eu fui a pessoa
mais detestável para se ter como companhia”. – Anita Sarkeesian [Discussão
em Painel: “How to be a Feminist” –
Como ser uma Feminista – Festival Tudo Sobre as Mulheres da Sydney Opera House
no Dia Internacional das Mulheres, 8 de março de 2015]
► Shapiro,
Treena, jornalista (EUA)
“Eu quero
ser capaz de explicar para um menino de 9 anos, em termos que ele compreenda,
por que eu acho que não tem problema se meninas usarem camisetas que se
regozijam de sua superioridade sobre os meninos”. Treena Shapiro
– [Treena Shapiro, “Making fun
of boys totally fair” – É totalmente justo fazer troça dos meninos - Honolulu
Advertiser (Havaí), 3 de janeiro de 2006]
► Solanas, Valerie (escritora; feminista radical, doente mental, condenada pela tentativa de assassinato de Andy Warhol) (EUA)
“Chamar um
homem de animal é elogiá-lo; ele é uma máquina, um dildo ambulante”. – Valerie
Solanas [Valerie Solanas, SCUM Society for Cutting Up Men Manifesto – Manifesto SCUM – Sociedade pela Eliminação
dos Homens, The Olympia Press, New York
1968; (2001 ed., AK Press) , p. 2]
“Sendo
que a vida nesta sociedade é, na melhor das hipóteses, um aborrecimento total,
e que nenhum aspecto da sociedade é de alguma maneira relevante para as
mulheres, resta apenas às mulheres cidadãs conscientes, responsáveis e
aventureiras derrubar o governo, eliminar o sistema monetário, instituir
automação completa e destruir o sexo masculino”. – Valerie Solanas [Valerie
Solanas, SCUM Society for Cutting Up Men Manifesto, The
Olympia Press, New York 1968; (2001 ed., AK Press) , p. 1]
“O macho
é um acidente biológico: o gene ‘y’ (masculino) é um gene ‘x’ (feminino)
incompleto, isto é, possui um conjunto incompleto de cromossomos. Em outras
palavras, o macho é uma fêmea incompleta, um aborto ambulante, abortado no
estágio genético. Ser macho é ser deficiente, limitado emocionalmente; a
masculinidade é uma doença de deficiência e os homens são aleijados
emocionais”. – Valerie Solanas [Valerie Solanas, SCUM Society for
Cutting Up Men Manifesto, The Olympia Press, New York
1968; (2001 ed., AK Press) , p. ?]
“O macho ama a morte – ela o excita sexualmente e, já morto por dentro, ele
quer morrer... O macho é, por sua própria natureza, um sanguessuga, um parasita
emocional e, portanto, não possui direito ético à vida, - pois ninguém possui o
direito de viver às expensas de outra pessoa”. – Valerie Solanas [Valerie
Solanas, SCUM Society for Cutting Up Men Manifesto, The
Olympia Press, New York 1968; (2001 ed., AK Press) , p. ?]
“[Os
homens deveriam] ...ir até o mais próximo centro de suicídio amigável onde eles
seriam, rapidamente e de maneira indolor, intoxicados com gás até a morte”. –
Valerie Solanas [Valerie Solanas, SCUM Society for Cutting Up Men
Manifesto, The Olympia Press, New York 1968; (2001 ed., AK
Press) , p. ?]
“Ele [“o macho”] é um caroço meio morto e insensível, incapaz de dar ou receber
prazer ou felicidade; consequentemente, ele é na melhor das hipóteses um
aborrecimento total, uma bolha inofensiva, já que apenas aqueles capazes de
assimilar os outros podem ser charmosos. Ele está preso em uma zona
intermediária entre seres humanos e macacos, e é muito pior do que os macacos
porque, diferente dos macacos, ele é capaz de uma vasta gama de sentimentos
negativos – ódio, inveja, desprezo, nojo, culpa, vergonha, dúvida –e além disso
ele está ciente do que ele é e do que ele não é”. – Valerie Solanas [Valerie
Solanas, SCUM Society for Cutting Up Men Manifesto, The
Olympia Press, New York 1968; (2001 ed., AK Press) , p. ?]
“Nós
somos, como um sexo, infinitamente superiores aos homens”. – Elizabeth
Cady Stanton – CONTEXTO GERAL: “A uma correspondente eu acabei de escrever:
“Você exclama: ‘Por que nós nascemos mulheres? ’ Eu estou mandando para você
nessa mesma postagem um papel contendo um artigo meu no qual eu demonstro a
superioridade das mulheres como um fator na civilização. Nosso problema não é
nossa feminilidade, mas os tresmalhos artificiais do costume sob falsas condições.
Nós somos, como um sexo, infinitamente superiores aos homens, e se nós fôssemos
livres e desenvolvidas, saudáveis em corpo e mente, como deveríamos ser sob
condições naturais, nossa maternidade seria nossa glória. Essa função dá as
mulheres tal sabedoria e poder como nenhum homem jamais poderá possuir. Quando
as mulheres puderem sustentar a si mesmas, entrar em todos os ofícios e
profissões, com uma casa delas mesmas sobre suas cabeças e uma conta bancária,
elas vão possuir seus próprios corpos e ser as ditadoras na esfera social”. –
Elizabeth Cady Stanton [de uma carta datada de 27 de dezembro de 1890; em Theodore
Stanton & Harriet Stanton Blatch, editores, Elizabeth Cady Stanton
As Revealed in Her Letters and Diary and Reminisces, Volume Two – Elizabeth Cady Stanton Como Revelada em Suas
Cartas e Diários e Reminiscências, Volume Dois - Harper & Brothers
Publishers, New York, 1922, p. 270]
► Steinem, Gloria (fundadora da New York Magazine, fundadora da Ms. Magazine) (EUA)
“Derrubar
o capitalismo é pequeno demais para nós. Nós devemos derrubar todo o
patriarcado F*#@+*o!” – Gloria Steinem [citação de um artigo de Gloria Steinem
(título desconhecido), Editora Michigan Free, 15 de abril de 1974; algumas
fontes citam erroneamente a Editora Detroit Free]
“O patriarcado requer a violência ou a ameaça subliminar de violência de
maneira a se sustentar... A situação mais perigosa para uma mulher não é um
homem desconhecido na rua, ou mesmo o inimigo em época de guerra, mas um marido
ou amante no isolamento de sua casa”. – Gloria Steinem [Gloria Steinem, Revolution
from Within: A Book of Self-Esteem – Revolução
Interior: Um Livro de Autoestima, 1992, Little, Brown & Co., pp.
259-61]
“Uma mulher lendo a Playboy parece um pouco como um judeu lendo um manual
nazista”. – Gloria Steinem [Gloria Steinem, “What Playboy Doesn’t Know about Women Could Fill a Book” – O que a
Playboy Não Sabe sobre as Mulheres Poderia Encher um Livro” - McCall’s, outubro
de 1970, 139-40; citada no Livro de Citações da Yale]
► Stone, Sharon (atriz) (EUA)
* “Quanto mais famosa e poderosa eu me torno mais poder eu tenho para
prejudicar os homens”. – Sharon Stone [fonte não determinada, possivelmente
falsa].
► Strittmater, Louisa (compôs um testamento escrito que
revelou uma filosofia feminista radical que ela esperava promover com seu
patrocínio) (EUA)
Paráfrase
do juiz: “Aguardava com esperança o dia em que a ciência permitiria que as
mulheres tivessem filhos sem a ajuda dos homens. Uma vez que a mulher adquirisse
esse poder ela queria que todos os meninos fossem mortos ao nascer”. – Louisa
Strittmater [“Man-Hating Champ” –
Campeã do Ódio aos Homens - American Weekly, seção de revistas do San
Antonio Light), (San Antonio, Tx.), seção de Revistas, 24 de novembro de 1946,
p. ?]
► Sullinger, Helen & Lehmann, Nancy (feministas radicais
de Minnesota) (EUA)
“O casamento existiu para o benefício dos homens e tem sido um método
legalmente sancionado de controle sobre as mulheres....A sociedade masculina
nos vendeu a ideia do casamento....Agora nós sabemos que ele é a instituição
que falhou para conosco e nós devemos trabalhar para destruí-lo.... O fim da
instituição do casamento é uma condição necessária para a liberação das
mulheres. Portanto, é importante para nós encorajar as mulheres a deixarem seus
maridos e não viver individualmente com os homens”. – Nancy Lehmann e Helen
Sullinger [Nancy Lehmann e Helen Sullinger, Declaration of Feminism – Declaração do Feminismo, 1971 (30 páginas)
]
► Trebilcot, Joyce (professora da Universidade de Washington) (EUA)
“Se a situação da sala de aula é muito heteropatriarcal – uma classe iniciante de 50 a 60 estudantes, digamos, com poucas estudantes feministas – É provável que eu defina minha tarefa como principalmente uma tarefa de recrutamento... de persuadir os estudantes de que as mulheres são oprimidas”. - Professora Joyce Trebilcot [citada em Christina Hoff Sommers, Who Stole Feminism: How Women Have Betrayed Women, 1994, Simon & Schuster, p. ?]
► Walker, Lenore (psicoterapeuta) (EUA)
“Apenas
os homens matam por raiva” [de: Gerald Caplan, “Battered Wives” – Esposas Agredidas - National Review, 25 de
fevereiro de 1991]
► Wiseman, Eva (jornalista) (RU)
“… quando
o mundo não está do lado da vítima [acusadora] outras mulheres vão colaborar
com a cultura do estupro de maneira a se sentirem seguras. Esse é um dos
efeitos de perpetuar a ficção de que as mulheres mentem sobre estupro – nós
acabamos atacando a nós mesmas”. – Eva Wiseman [Eva Wiseman, “The truth about women ‘crying rape’” – A
verdade sobre as mulheres ‘acusando de estupro’” - The Observer, 30 de
março de 2013]
► Wolf, Naomi (jornalista) (EUA)
“A
cirurgia plástica e a ideologia do autoaperfeiçoamento pode ter feito da
esperança das mulheres pelo recurso legal à justiça uma coisa obsoleta”. [Naomi
Wolf, The Beauty Myth – O
Mito da Beleza, 1990, Harper, p. 55.]
► Yard, Molly (presidente da NOW) (EUA)
Em
resposta a uma pergunta a respeito da política chinesa de aborto compulsório
após o primeiro filho, Molly Yard respondeu: “Eu considero que a política do
governo chinês está entre as mais inteligentes do mundo”. – Molly Yard (Gary
Bauer, “Abetting Coercion in China” –
Incentivando a Coerção na China - The Washington Times, 10 de outubro de
1989, p. ?).
[1]
Algumas fontes da internet afirmam que ela é uma fraude, ou uma sátira
feminista, que não deve ser levada a sério. Tenho minhas dúvidas. Muito do que
ela fala não é original, tendo sido dito por feministas radicais antes dela.
[2]
Tânato ou Tânatos (em grego: Θάνατος, transl.: Thánatos,
lit. "morte"), na mitologia grega, era a personificação da
morte, enquanto Hades reinava sobre os mortos no mundo inferior. Seu
nome é transliterado em latim como Thanatus e seu equivalente
na mitologia romana é Mors ou Leto (Letum).
Link para a postagem original:
http://unknownmisandry.blogspot.com/search/label/Feminist%20Quotes






























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