Citações Feministas - Corrigidas e Anotadas - Parte I


Nota: Esta postagem é a mais uma tradução que fiz de uma postagem feita pelo "Historiador Gonzo" e ativista dos direitos dos homens conhecido como Robert St. Estephe em seu blogue extremamente recomendável chamado Unknown Gender History (Antigamente, Unknown History of Misandry). Há algum tempo solicitei diretamente a ele que me permitisse traduzir suas postagens, com a condição de creditá-lo e linkar as postagens originais, e ele concordou com essas condições. Desnecessário dizer que todas as opiniões expressas por ele (e por outros autores cujas obras eu venha a traduzir) não são necessariamente as mesmas que as minhas. Mas concordo com o teor geral da mensagem, por isso me prestei ao trabalho. Decidi também manter as imagens das postagens originais, com legendas caso isso seja necessário. Neste caso especial, citações repetidas foram reproduzidas apenas uma vez, e no caso de citações iguais de fontes diferentes, mantive uma citação e separei as fontes com três barras verticais (///). Considerando por fim, a quantidade bastante grande de material, decidi dividir esse post em 4 partes. 

Incluída aqui está uma coleção de citações que têm sido amplamente distribuídas a despeito do fato de que carecem da atribuição apropriada. Nós começamos a verificar essas seleções e adicionaremos as citações detalhadas necessárias. Citações adicionais às apresentadas na coleção amplamente distribuída estão incluídas aqui.

 

* Indica citações problemáticas.

 

***

 ► Engels, Friedrich

Um dos textos fundacionais (baseado em descobertas antropológicas deficientes) da ideologia feminista é o seguinte: 


“A primeira condição para a liberação da esposa é trazer todo o sexo feminino de volta à atividade pública e isso por sua vez exige a abolição da família monogâmica como a unidade econômica da sociedade”. [Friedrich Engels, The Origin of the Family, Private Property, and the State: in the Light of the Researches of Lewis H. Morgan – A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado: à Luz das Pesquisas de Lewis H. Morgan - II. A Família, 4. A Família Monogâmica, 1884; 1902 (Inglês) p.? ]

 

► Adams, Beatrice P. (assassina, Nova Orleans, La.) (EUA)

Parece que Beatrice P. Adams estava expressando seu ressentimento contra o chauvinismo masculino da única maneira que sentia que estava aberta para ela. “Eu não sinto remorso algum por tê-lo matado”, A Srta. Adams teria declarado. “Eu faria de novo. Deus e eu estamos cansados de homens tirando vantagem das mulheres”. [“Spurned Woman Slays Ex-Lover With Auto – Hits, Backs Up, Hits Again” – Mulher Rejeitada Mata Ex-Amante Com Automóvel – Atropela, Dá a Ré, Atropela de Novo – sindicado (UP), Telegrama à Imprensa de Long Beach (CA.), 3 de maio de 1956, p. 1; Ellery Queen, “‘Sweet Assassins’ and the Liberation” – Doces Assassinas e a Liberação - Picture Magazine (suplemento de domingo), 14 de fevereiro de 1971, p. 4]

 

► Alda, Alan (ator) (EUA)

“Até agora tem se pensado que o nível de testosterona nos homens é normal apenas porque eles o possuem. Mas se você considerar o quão anormal o comportamento deles é, então você chega à hipótese de que quase todos os homens estão sofrendo de “envenenamento por testosterona”. – Alan Alda [Cheris Kramarae, Ann Russo, editores, Um Dicionário Feminista, Pandora Press, 1985, reimpresso pela University of Illinois Press, 1996; fonte original: Alan Alda, “What Every Woman Should Know About Men” – O Que Toda Mulher Deve Saber Sobre os Homens - em Martha Rainbolt, Janet Fleetwood  editoras, On the Contrary: Essays by Men and Women – Pelo Contrário, Ensaios por Homens e Mulheres, State University of New York Press, Albany, 1984, pp. 3-5 ]


► Angier, David (procurador de Massachusetts) (EUA)

“Se alguém é processado por fazer uma acusação falsa [de estupro], então as vítimas dos ataques reais vão ter menos chance de prestar queixas”. – David Angier [assistente do promotor público, sobre o caso falso de estupro na Universidade de Massachusetts; citado em Carey Roberts, “Promoting False Allegations of Rape” – Promovendo Alegações Falsas de Estupro - ifeminists.com, 5 de agosto de 2003]


► Anônimo (EUA) 1971

“O Casamento existiu para o benefício dos homens; e tem sido um método legalmente sancionado de controle sobre as mulheres ... Nós devemos nos esforçar para destruí-lo. O fim da instituição do casamento é uma condição necessária para a liberação das mulheres. Portanto, é importante para nós encorajar as mulheres a deixar seus maridos e não viver individualmente com os homens ... Toda a história deve ser reescrita em termos de opressão das mulheres. Nós devemos voltar para as religiões femininas antigas, como a bruxaria”. The Document: Declaration of Feminism – O Documento: Declaração do Feminismo – Distribuído originalmente em junho de 1971 por Nancy Lehmann e Helen Sullinger da Caixa Postal 7064, Powderhorn Station, Minneapolis, Minnesota 55407.]


Anônimo (EUA) 1988

“A verdade pura e simples é que toda mulher deve estar disposta a se identificar como lésbica para ser plenamente feminista”. [National NOW Times, janeiro de 1988, local da pub.?]

► Anônimo (EUA) 1989

“Portanto, a igualdade real para as mulheres requer não apenas a morte do capitalismo e todos os sistemas de propriedade privada, mas a erradicação correspondente da família monogâmica exigida pelo estado burguês, o mecanismo que perpetua a opressão”. [Boletim de Discussão Pré-Conferência das Mulheres Radicais. “Draft Radical Women Manifesto: Theory, Program and Structure” – Minuta do Manifesto das Mulheres Radicais: Teoria, Programa e Estrutura - San Francisco: Escritório Nacional das Mulheres Radicais, 15 de dezembro de 1989. 49 páginas. Pp. 13, 27]


Anônimo (Canadá) 1993

“Nós somos ensinados, encorajados, moldados e convencidos a aceitar uma série de noções falsas sobre a família. Como uma fonte de algumas de nossas experiências mais profundas, ela continua a ser uma parte tão integral de nossas vidas emocionais que parece estar além das críticas. Ainda assim, se esconder da verdade sobre a vida familiar deixa mulheres e crianças vulneráveis”. – Pat Freeman Marshall, ‎Marthe Asselin Vaillancourt [Pat Freeman Marshall, ‎Marthe Asselin Vaillancourt editoras, - Changing the Landscape: Ending Violence: Achieving Equality: Executive Summary/National Action Plan – Mudando a Cenário: Acabando com a Violência: Alcançando a Igualdade: Sumário Executivo/Plano de Ação Nacional, Painel Canadense sobre a Violência Contra as Mulheres, 1993, ‎p. 18]

Anônimo (Universidade do Maine) por volta de 1994

“A única coisa para a qual os homens prestam é f..er, e passar por cima com um caminhão”. [Declaração feita por uma Administradora Feminista da Universidade do Maine, citada por Richard Dinsmore, que abriu um processo civil bem-sucedido contra a Universidade, na quantia de $600,000. Dinsmore protestou contra a citação, foi despedido depois disso por razão de assédio, e respondeu abrindo um processo contra a Universidade. Acordo de 1995; fonte?

► Anônimo (Austrália) 1996

Carta à editora: “É a Vez das Mulheres Dominarem”. “... Claramente você ainda não é uma pensadora livre feminista, mas em vez disso uma mulher que repete o que dizem as estruturas sociais dominadas e controladas pelos homens. Quem se importa com o que os homens sentem ou o que eles fazem ou se eles sofrem? Eles tiveram mais de 2000 anos para dominar e fizeram uma bagunça. Agora é a nossa vez. Meu único comentário para os homens é: se vocês não gostam, azar o de vocês – e se vocês se meterem no meu caminho eu vou passar por cima”. [“Signed: Liberated Women” – Assinado: Mulher Liberada - Boronia Herald-Sun, Melbourne, Austrália, 9 de fevereiro de 1996].

Anônimo (EUA)

“Os homens, como um grupo, tendem a ser abusivos, seja verbalmente, sexualmente ou emocionalmente. Sempre existem as exceções, mas elas são bastante raras (Eu sou casada com um deles). Existem níveis diferentes de violência e abuso e homens individuais aderem a esse sistema nos mais variados graus. Mas a estrutura de poder masculina sempre permanece intacta”. – Mensagem na FEMISA, respondendo a um pedido por argumentos de que os homens não são necessários para que uma criança seja criada até a vida adulta. [Daphne Patai, Heterophobia - Heterofobia, 1998, Rowman & Littlefield Publishers, p. ?]


Outra postagem na FEMISA: “Considerando a natureza e onipresença da violência masculina, eu diria que, sem sombra de dúvida, as crianças estão melhores sendo criadas sem a presença dos homens. Agressões contra mulheres e crianças são em sua maioria perpetradas pelos homens em quem elas supostamente devem amar e confiar: pais, irmãos, tios, avós, padrastos”. – [Daphne Patai, Heterophobia, 1998, Rowman & Littlefield Publishers, p. ?]


► Atkinson, Ti-Grace (feminista radical, escritora, fundadora do grupo radical As Feministas) (EUA)

“A instituição do coito é antifeminista”. – Ti-Grace Atkinson [Ti-Grace Atkinson, Amazon Odyssey, Links Books, 1974, p. 86]

Atkinson se referiu a mulheres casadas como “reféns”. – Ti-Grace Atkinson [Alice Echols, Daring to Be Bad: Radical Feminism in America 1967-1975 – Ousando ser Má: Feminismo Radical na América 1967-1975 - University of Minnesota Press, 1989, p. 178]

“O feminismo é a teoria, o lesbianismo é a prática”. – Ti-Grace Atkinson [Panfleto da União pela Liberação das Mulheres de Chicago, Lesbianism and Feminism – Lesbianismo e Feminismo, 1971; republicado em Stevi Jackson, Sue Scott, Feminism and Sexuality: A Reader – Feminismo e Sexualidade: Uma Revisão, Columbia University Press, 1996, p. 282]

“O preço de se apegar ao inimigo (um homem) é a sua vida. Entrar em um relacionamento com um homem que se despojou tão completamente e publicamente do papel masculino quanto possível ainda seria um risco. Mas se associar com um homem que não tenha feito nada menos que isso é suicídio ... Eu, pessoalmente, tomei a posição de que não aparecerei com homem algum publicamente, onde pudesse possivelmente ser interpretado que somos amigos”. – Ti-Grace Atkinson [Ti-Grace Atkinson, Amazon Odyssey, Links Books, 1974, pp. 90, 91]

“O Amor deve ser destruído. É uma ilusão esse negócio de que as pessoas se importam umas com as outras. A amizade é recíproca, o amor não”. – Ti-Grace Atkinson [Citada em: Samuel L. Blumenfeld. The Retreat From Motherhood – O Afastamento da Maternidade. New Rochelle, New York: Arlington House. 1975, 222 páginas, p. 58]

“O amor é a resposta da vítima ao estuprador” – Ti-Grace Atkinson [Citada em: Samuel L. Blumenfeld. The Retreat From Motherhood. New Rochelle, New York: Arlington House. 1975, 222 páginas, p. 58]


► Bajan, Janet (da organização de Feministas Radicais de Nova Iorque) (EUA)

Janet Bajan, membro das Feministas Radicais de Nova Iorque, arrancou aplausos quando ela disse que o ódio aos homens era “uma reação protetiva, um mecanismo de sobrevivência para mudar a situação em favor das mulheres”. – Janet Bajan [Jurate Kazickas, “Hatred of Men On Conference Agenda” – Ódio dos Homens na Agenda da Conferência - sindicado (AP), Sunday News-Journal (Daytona Beach, Ga.), 24 de setembro de 1972, p. 21]


► Bane, Dra. Mary Jo (professora de educação, Faculdade Wellesley, diretora do Centro para Pesquisas sobre a Mulher da faculdade; Departamento de Educação dos EUA) (EUA)

“De maneira a educar as crianças com igualdade, nós devemos tomá-las das famílias e educá-las comunitariamente”. – Dr. Mary Jo Bane [Dolores Barclay, The Family: College Professors Discuss the American Family” – A Família: Professores Universitários Discutem a Família Americana - sindicado (AP), Florence Morning News (S.C.), 21 de agosto de 1977, p. 85]


► Brown, Judith (feminista radical, da organização Redstockings) (EUA)

“A mulher casada sabe que o amor é, na melhor das hipóteses, uma recompensa inadequada pela sua herança desnecessária e bizarra de opressão”. – Judith Brown [Beverly Jones e Judith Brown, Toward a Female Liberation Movement – Em Direção a Um Movimento de Liberação Feminino, Gainesville, Florida, junho 1968, p. 23]


“Nós definimos a supremacia masculina como comportamentos que beneficiam os homens às expensas das mulheres; os homens ganham mais, estão mais livres de afazeres servis ou repetitivos em casa, possuem um sentido injustificado de valor pessoal, e o respeito das mulheres em uma centena de pequenos modos todos os dias”. – Judith Brown [Judith Brown, “Editorial” em Radical Therapist; Special Issue: Women, agosto de 1970]


► Brownmiller, Susan (nasceu em 1935; feminista radical, escritora) (EUA)

“[O Estupro] não é nada mais, nada menos, que um processo consciente de intimidação pelo qual todos os homens mantêm todas as mulheres em um estado de terror”. – Susan Brownmiller [Susan Brownmiller, Against Our Will: Men, Women and Rape – Contra a Nossa Vontade: Homens, Mulheres e Estupro - Secker & Warburg, 1975, p. 6]

► Chesler, Phyllis (escritora) (EUA)

“Assassinos em Série são principalmente homens brancos andarilhos, obcecados com pornografia e ódio às mulheres, que foram eles mesmos abusados pelos pais quando eram crianças”. [Peter Vronsky, Female Serial Killers: How and Why Women Become Monsters – Mulheres Assassinas em Série: Como e Por que as Mulheres se Tornam Monstros, 2007, Berkeley Books, p. 168]

 

* “Se fosse natural para o pai tomar conta dos seus filhos, eles não precisariam de tantas leis exigindo que eles o fizessem”. [fonte não identificada]


► 
Clinton, Hillary (Primeira Dama dos EUA, Senadora dos EUA (Nova Iorque), Secretária de Estado) (EUA)

“As mulheres sempre foram as principais vítimas da guerra. As mulheres perdem seus maridos, seus pais, seus filhos em combate”. – Hillary Clinton, [discurso de Hillary Clinton, Conferência das Primeiras-Damas sobre a Violência Doméstica em San Salvador, El Salvador em 17 de novembro de 1998; fonte publicada?]

► Coakley, Jacqueline “Jackie,” falsa acusadora de estupro (EUA)

“Eu continuo afirmando como sendo verdadeiro o relato que fiz à Rolling Stone à época”. Quando perguntada se ela ainda acreditava que a história dela era verdade, Jackie disse que tinha problemas de memória como resultado do trauma advindo de seu suposto ataque (“Eu acredito que era verdade, mas alguns detalhes da minha agressão – eu tenho DEPT[1] e eles ficam enevoados”). Quando perguntada em seu depoimento sobre supostamente ter inventado evidências para corroborar suas acusações – como mensagens de texto falsas de outras mulheres que, como ela afirmava, também foram agredidas sexualmente na mesma fraternidade – Jackie respondeu: “Eu simplesmente não lembro de nada disso. É tudo muito nebuloso. Eu não sei. Eu não sei”. [Liz Crocker, “Jackie’s ‘Fog’ Looms Over First Trial Against Rolling Stone” – “’Névoa’ de Jackie paira sobre o Primeiro Julgamento Contra a Rolling Stone - The Daily Beast, 27 de outubro de 2016]


► 
Comins, Catherine (Reitora Assistente de Vida Estudantil, Faculdade Vassar) (EUA)

*”Homens que são acusados injustamente de estupro podem algumas vezes ganhar com a experiência”. -- Catherine Comins [Essa não é uma citação direta, mas em vez disso uma interpretação das declarações de Comins, escrita por Nancy Gibbs, Time, “When is it Rape? ” – Quando é Estupro – 3 de junho de 1991, p. 52]

“Catherine Comins, reitora assistente de vida estudantil em Vassar, também enxerga algum valor nesse uso vago de ‘estupro’. Ela diz que vítimas raivosas de diversas formas de intimidação sexual inventam estupro para recuperar seu senso de poder. “Usar a palavra de maneira cuidadosa seria ser cuidadoso por causa do violador, e as sobreviventes não se importam nem um pouco com ele’. Comins argumenta que homens que foram acusados injustamente podem algumas vezes ganhar com a experiência. Eles têm muita dor, mas essa não é uma dor da qual eu necessariamente os pouparia. Eu penso que, idealmente, isso inicia um processo de autoexploração. ‘Como eu vejo as mulheres? ’ ‘Se eu não a violei, eu poderia ter violado? ’ ‘Eu tenho o potencial de fazer com ela o que eles dizem que eu fiz? ’ Essas são boas perguntas’”. –  Nancy Gibbs (autora da revista Time) [Nancy Gibbs, “When is it Rape? ” – Quando é Estupro? - Time, 3 de junho de 1991, p. 52; também: “Catherine Comins’ actual quote about the falsely accused may be worse than most of us thought” – A citação de Catherine Comins sobre os falsamente acusados pode ser pior que a maioria de nós pensava” - False Rape Society, 4 de maio de 2010]

http://falserapesociety.blogspot.com/2010/05/catherine-comins-actual-quote-about.html


► Cooper, Jilly (novelista) (RU)

“O homem é um animal doméstico que, se tratado com um pouco de firmeza ... pode ser treinado para fazer a maioria das coisas”. – Jilly Cooper [Cosmopolitan Magazine, outubro de 1972; citada em Judy Allen, Picking On Men: The First Honest Collection Of Quotations About Men – Provocando os Homens: A Primeira Coleção Honesta de Citações Sobre os Homens, Fawcett Gold Medal, 1986, p. ?]


► Cronan, Sheila (escritora, membro do grupo feminista radical The Redstockings) (EUA)

“Considerando que o casamento constitui escravidão para as mulheres, está claro que o Movimento das Mulheres deve se concentrar em atacar essa instituição. A liberdade para as mulheres não pode ser conquistada sem a abolição do casamento”. – Sheila Cronan [Sheila Cronan, em Radical Feminism - “Marriage” – Casamento - (1970), Koedt, Levine, e Rapone, eds., HarperCollins, 1973, p. 219]

“A verdade pura e simples é que toda mulher deve estar disposta a se identificar como uma lésbica para ser plenamente feminista”[2]. – Sheila Cronan [National Organization for Women Times, janeiro de 1988, local de pub.?]

“Tem se tornado cada vez mais claro para nós que a instituição do casamento ‘protege’ as mulheres da mesma maneira que se dizia que a instituição da escravidão ‘protegia’ os negros – isto é, que a palavra ‘proteção’ nesse caso é simplesmente um eufemismo para opressão”. – Sheila Cronan [Sheila Cronan, em Radical Feminism - “Marriage” (1970), Koedt, Levine, e Rapone, eds., HarperCollins, 1973, p. 214]

“O casamento é uma forma de escravidão” – Sheila Cronan [Sheila Cronan, em Radical Feminism - “Marriage” (1970), Koedt, Levine, e Rapone, eds., HarperCollins, 1973, p. 216]

► Cunningham, Evelyn (jornalista; fundadora da Coalizão das 100 Mulheres Negras) (EUA)

“As mulheres são o único grupo oprimido em nossa sociedade que vive em associação íntima com seus opressores”. – Evelyn Cunningham [Evelyn Cunningham, Discurso, título?, localização?, 1969]

► Daly, Mary (antiga professora na Faculdade de Boston, que foi forçada a sair de seu trabalho porque não permitia homens em suas aulas) (EUA)

“[Falando de um futuro alternativo] ... que seria unicamente feminino; no qual as mulheres gerariam energia por todo o universo; no qual muita da contaminação, física e mental, foi resolvida”. – Mary Daly [de uma entrevista em 2001 com a revista What Is Enlightenment [fazendo referência] a Mary Daly, Quintessence...Realizing the Archaic Future: A Radical Elemental Feminist Manifesto – Quintessência... Alcançando o Futuro Arcaico: Um Manifesto Feminista Radical Elementar, Beacon Press, 1998, p. ?]

“Se é para a vida sobreviver neste planeta, deve haver uma descontaminação da Terra. Eu penso que isso será acompanhado de um processo evolucionário que vai resultar em uma redução drástica na população de homens. As pessoas não têm mais medo de dizer esse tipo de coisa”. Mary Daly de uma entrevista em 2001 com a revista What Is Enlightenment [fazendo referência] a Mary Daly, Quintessence...Realizing the Archaic Future: A Radical Elemental Feminist Manifesto – Quintessência... Alcançando o Futuro Arcaico: Um Manifesto Feminista Radical Elementar, Beacon Press, 1998, p. ?]

► Davis, Elizabeth Gould (bibliotecária) (EUA)

“HOMEM: ... representa uma variante ou um desvio da categoria das mulheres. Os primeiros homens eram mutantes ... o sexo masculino representa uma degeneração e uma deformidade do feminino. – Elizabeth Gould Davis [Elizabeth Gould Davis, The First Sex – O Primeiro Sexo, 1971, G. P. Putnam’s Sons; republicado em: Cheris Kramarae, Ann Russo, editoras, Um Dicionário Feminista, Pandora Press, 1985, reeditado pela University of Illinois Press, 1996]


► DiManno, Rosie (nasceu em 1956; feminista radical; colunista do jornal Toronto Star) (Canadá)

“Os homens são de outro planeta, mandados aqui por espaçonaves para copular com mulheres terrestres e propagar a espécie – uma tarefa para a qual a ciência os tornou quase redundantes. Nós precisamos apenas de uns poucos doadores em uma fazenda de esperma para esse propósito, onde eles podem subsistir de pizza e cerveja e revista Playboy”. – Rosie DiManno [Rosie DiManno, “The Naked Truth About Men” – A Verdade Nua e Crua Sobre os Homens - Toronto Star, 11 de janeiro de 1999, p. 31]



[1] Distúrbio de Estresse Pós-traumático

[2] Essa mesma citação, palavra por palavra, foi atribuída a uma pessoa anônima, no começo da lista.


Postagem original:

http://unknownmisandry.blogspot.com/search/label/Feminist%20Quotes









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