Citações Feministas - Corrigidas e Anotadas - Parte II


Nota: Esta postagem é a mais uma tradução que fiz de uma postagem feita pelo "Historiador Gonzo" e ativista dos direitos dos homens conhecido como Robert St. Estephe em seu blogue extremamente recomendável chamado Unknown Gender History (Antigamente, Unknown History of Misandry). Há algum tempo solicitei diretamente a ele que me permitisse traduzir suas postagens, com a condição de creditá-lo e linkar as postagens originais, e ele concordou com essas condições. Desnecessário dizer que todas as opiniões expressas por ele (e por outros autores cujas obras eu venha a traduzir) não são necessariamente as mesmas que as minhas. Mas concordo com o teor geral da mensagem, por isso me prestei ao trabalho. Decidi também manter as imagens das postagens originais, com legendas caso isso seja necessário. Neste caso especial, citações repetidas foram reproduzidas apenas uma vez, e no caso de citações iguais de fontes diferentes, mantive uma citação e separei as fontes com três barras verticais (///). Considerando por fim, a quantidade bastante grande de material, decidi dividir esse post em 4 partes.

► Dunbar, Roxanne (Roxanne Dunbar-Ortiz, Professora de Estudos Étnicos, Universidade do Estado da Califórnia, Hayward, feminista radical, ativista marxista radical, escritora, co-fundadora de um grupo feminista primordial, Célula 16, editora de um dos primeiros periódicos feministas radicais, No More Fun and Games – Algo como “Chega de Brincadeiras”) (EUA)

“Como a unidade familiar será destruída? ... [A] própria demanda vai colocar toda a ideologia da família em questão, para que as mulheres possam começar a estabelecer uma comunidade de trabalho umas com as outras e nós possamos lutar coletivamente. As mulheres vão se sentir livres para deixar seus maridos e se tornar financeiramente independentes, seja através de um emprego ou de assistência social”. – Roxanne Dunbar [Roxanne Dunbar, Female Liberation as a Basis for Social Revolution – Liberação das Mulheres como uma Base para a Revolução Social, New England Free Press, 1974, p. ?]

► Dunham, Lena, apresentadora (EUA)

A epidemia de estupros nos campi universitários é tão autoevidente que não é necessário dizer a verdade sobre isso. – Lena Dunham ( #UVA #LenaDunham Twitter 6:58 PM - 8 de dezembro de 2014)

► Dworkin, Andrea (1946-2005; feminista radical, escritora) (EUA)
NOTA: As citações de Dworkin, por conta de sua grande quantidade, são postadas ao final da lista alfabética.

Edwards, Hodee (feminista marxista, a citação atribuída a ela online em “Citações de Ódio Feminista” é aparentemente apócrifa) (EUA)

“O sexo é a cruz na qual as mulheres são crucificadas ... o sexo somente pode ser definido como estupro universal”. – Atribuído de maneira errônea a Hodee Edwards [[Listada online em “Citações de Ódio Feminista como obtido em “Rape Defines Sex” - Estupro define Sexo”. Hodee Edwards, “Housework and Exploitation: A Marxist Analysis” – Trabalho Doméstico e Exploração: Uma Análise Marxista - foi citada como fonte nas notas de rodapé de um livro de Catharine MacKinnon, Feminism, Marxism, Method, and the State – Feminismo, Marxismo, Método e o Estado. David Futrelle foi contatado pela neta de Hodee Edwards, que relatou a ele “que sua avó nunca disse ou escreveu a citação atribuída a ela; embora Edwards fosse de fato uma marxista e uma feminista, ela não era antissexo”. [David Futrelle, “Factchecking a list of “Hateful Quotes From Feminists” – Conferindo uma lista de Citações Odiosas por Feministas – 15 de fevereiro de 2011]

http://manboobz.com/2011/02/15/factchecking-a-list-of-hateful-quotes-from-feminists/

NOTA: “Hodee Edwards é tão obscura que é impossível verificar se a citação era real ou não. O livro Feminism, Marxism, Method, and the State de MacKinnon cita um artigo de Edwards chamado “Housework and Exploitation: A Marxist Analysis” publicado em julho de 1971. Não existe evidência alguma de um artigo escrito por Edwards chamado ‘Rape Defines Sex’”.

► Ford, Clementine, escritora, colunista do Sydney Morning-Herald, Vida Diária (Austrália)

 

“MATEM TODOS OS HOMENS E ENTÃO MATEM TODOS ELES DE NOVO” – Clementine Ford [Twitter, @clementine_ford, data? 2016? ]

 

“Todos os homens são escória e devem morrer”. – Clementine Ford [Twitter, @clementine_ford, 15 de novembro de 2016]

 

“OS HOMENS SÃO NOJENTOS E TAMBÉM ESTUPRADORES. MATEM TODOS OS HOMENS. – Clementine Ford [Twitter, @clementine_ford, data? 2016? ]

 

“GENOCÍDIO, AGORA” [Twitter, @clementine_ford, data? 2016? ]

 

“Matem todos os homens” – Clementine Ford [Conta verificada ‏@clementine_ford, Twitter, 25 de outubro de 2015]

► Foster, Jodie (atriz, Prêmios da Academia) (EUA)

“Noventa e nove por cento das experiências das mulheres são sobre ser uma vítima. Ou sobre ser subserviente, ou ter de sobreviver ... as mulheres não foram ao Vietnã e explodiram coisas. Elas não são o Rambo”. – Jodie Foster [New York Times Magazine, 6 de janeiro de 1991, p. 19]

► Fraser, Sylvia (jornalista) (Canadá)

“Eu fui, na realidade, gerada por meus pais como concubina do meu pai ... O que nós tomamos como certo é que a estabilidade da vida familiar pode muito bem depender da escravidão sexual de nossos filhos. Além disso, este é um arranjo cínico que nossas instituições têm conspirado para esconder”. – Sylvia Fraser [Sylvia Fraser, My Father’s House: a Memoir – A Casa do Meu Pai: uma Autobiografia, 1987, p. ?]

► French, Marilyn (1929 – 2 de maio de 2009; escritora: ficção e não-ficção, consultora da campanha presidencial de Al Gore, em 2000) (EUA)

“Todos os homens são estupradores e isso é tudo o que são” - Marilyn French [Essa citação é uma linha de um diálogo do romance dela, The Woman’s Room – O Quarto da Mulher, Summit Books, 1977. Wikipédia: “Depois do estupro da filha de Val, Chris, Val declara (sob os protestos de Mira), “O que quer que eles sejam na vida pública, quaisquer que sejam seus relacionamentos com os homens, em seus relacionamentos com as mulheres, todos os homens são estupradores, e isso é tudo o que eles são. Eles nos estupram com seus olhos, suas leis, e seus códigos”. (p. 433). Os críticos às vezes têm citado o diálogo de Val como evidência da misandria de French, sem notar que a passagem é apenas falada por uma de muitas personagens no romance”].

“O que quer que eles sejam na vida pública, quaisquer que sejam seus relacionamentos com os homens, em seus relacionamentos com as mulheres, todos os homens são estupradores, e isso é tudo o que eles são. Eles nos estupram com seus olhos, suas leis, e seus códigos”. – Marilyn French [Marilyn French, The Women’s Room, (romance), Summit Books, 1977, p. ?]

“Todos os patriarcalistas exaltam o lar e a família como sagrados, exigindo que eles permaneçam invioláveis por olhares curiosos. Os homens querem privacidade para suas violações das mulheres... Todas as mulheres aprendem na infância que as mulheres como um sexo são as vítimas dos homens”. Marilyn French [Marilyn French, The War Against Women – A Guerra Contra as MulheresBallantine Books, 1992, p. 186]

“Contanto que alguns homens usem de força física para subjugar mulheres, não é necessário que todos o façam. O conhecimento de que alguns homens o fazem é suficiente para ameaçar todas as mulheres. Ele pode espancar ou matar a mulher que ele afirma amar; ele pode estuprar mulheres... ele pode molestar sexualmente suas filhas... A VASTA MAIORIA DOS HOMENS NO MUNDO FAZEM UMA OU MAIS DAS COISAS DESCRITAS ACIMA”. – Marilyn French [Marilyn French, The Women’s Room, Summit Books, 1977, p. 182]

“Meus sentimentos sobre os homens são o resultado de minha experiência. Eu tenho pouca simpatia por eles. Como um judeu recém libertado de Dachau, eu assisto ao belo e jovem soldado nazista cair ao chão se contorcendo, com uma bala em seu estômago e eu olho por um tempo e sigo em frente. Eu nem mesmo preciso dar de ombros. Eu simplesmente não me importo. O que ele era, como uma pessoa, quero dizer, quais sejam suas vergonhas e anseios, simplesmente não importam”. – Marilyn French [Marilyn French, The Women’s Room (romance), Summit Books, 1977, p. ?]

“A mídia trata as agressões masculinas contra as mulheres como o estupro, espancamento, e assassinato de esposas e amantes mulheres, ou o incesto masculino com crianças, como aberrações individuais … obscurecendo o fato de que toda a violência masculina para com as mulheres é parte de uma campanha organizada”. (Marilyn French, The Women’s Room, Summit Books, 1977) “Na vida pessoal e pública, na cozinha, quarto e corredores do parlamento, os homens travam uma Guerra incessante contra as mulheres” – Marilyn French [Marilyn French, The War Against Women, Ballantine Books, 1992, p. 196]

“A família é o local primário da sujeição feminina, que é alcançada em grande parte através da sexualidade: as mulheres são doutrinadas em seu suposto ‘estado natural’ pelo controle masculino de sua sexualidade na família”. – Marilyn French [Marilyn French, The War Against Women, Ballantine Books, 1992, p. 53]

“Os homens esperam que as mulheres executem a mais importante das tarefas humanas [ter filhos] sem recompensa alguma, sem muita ajuda, e com quase nenhuma consideração”. – Marilyn French   [Marilyn French, The War Against Women, Ballantine Books, 1992, p. 26]

“Todas as mulheres aprendem na infância que as mulheres como um sexo são vítimas dos homens; muitas também aprendem que os homens que supostamente prezam por elas são os maiores agressores. Elas aprendem que “amor” tem a ver com o poder e elas não têm poder algum...” – Marilyn French [Marilyn French, The War Against Women, Ballantine Books, 1992, p. 196]

“A agressão sexual masculina é endêmica, se qualquer ato sexual feito contra a vontade de uma pessoa for considerado estupro, a maioria dos homens seriam estupradores”. – Marilyn French (Marilyn French, The War Against Women, Ballantine Books, 1992, p. 193)

“Minha própria pesquisa com mulheres adultas sugere que muito poucas atingem a idade de vinte e um sem sofrer algum tipo de predação masculina – incesto, abuso, estupro ou tentativa de estupro, agressões, e algumas vezes tortura e aprisionamento”. [Marilyn French, The War Against Women, Ballantine Books, 1992, p. 195]

“Para as mulheres, as coisas têm ido ladeira abaixo desde [a idade da pedra]... As mulheres não apenas não ‘progrediram’, mas têm sido cada vez mais desempoderadas, ultrajadas e subjugadas. Essa tendência se acelerou nos últimos quatro séculos, quando os homens, principalmente no Ocidente, explodiram em um frenesi de dominação, tentando expandir e restringir seu controle da natureza e aqueles associados com a natureza – pessoas de cor e mulheres”. – Marilyn French [Marilyn French, The War Against Women, Ballantine Books, 1992, pp. 9-10]

 “Os seres humanos são a única espécie na qual um sexo consistentemente vitima o outro”. – Marilyn French [Marilyn French, The War Against Women, Ballantine Books, 1992, p. 18]

“A necessidade dos homens de dominar as mulheres pode se basear em seu próprio senso de marginalidade ou vazio”. – Marilyn French [Marilyn French, The War Against Women, Ballantine Books, 1992, p. 19]

“Não pode ser um acidente que em todo lugar no planeta um sexo prejudica o outro tão maciçamente que se pode questionar a sanidade daqueles travando essa campanha: pode uma espécie sobreviver quando metade dela sistematicamente vitima a outra?” – Marilyn French [Marilyn French, The War Against Women, Ballantine Books, 1992, p. 18]

“Algumas mulheres hoje acreditam que os homens estão se encaminhando para exterminar as mulheres do mundo através de comportamento violento e políticas opressivas”. – Marilyn French [Marilyn French, The War Against Women, Ballantine Books, 1992, p. 200]

► Frye, Marilyn (Professora de Estudos das Mulheres na Universidade do Estado de Michigan) 

“Sem o abuso (hetero)sexual, assédio (hetero)sexual, e a (hetero)sexualização de todo aspecto dos corpos femininos e comportamentos, não haveria patriarcado, e quaisquer outras formas ou materializações de opressão que pudessem existir, eles não teriam as formas, limites e dinâmicas do racismo, nacionalismo, e assim por diante, com as quais nós estamos familiares hoje em dia”. – Marilyn Frye [Marilyn Frye, Willful Virgins: Essays In Feminism – Virgens Voluntárias, 1976-1992 – Willful Virgins or Do You Have to Be a Lesbian to Be a Feminist? – Virgens Voluntárias ou Você Precisa Ser uma Lésbica para ser uma Feminista?, Crossing Press, 1992, pp. 130-132]

“Uma parte vital de tornar o domínio masculino generalizado tão inevitável quanto uma construção humana possa ser é a naturalização da heterossexualidade feminina. Os homens têm criado ideologias e práticas políticas que naturalizam a heterossexualidade feminina continuamente, em todas as culturas desde os inícios dos patriarcados”. – Marilyn Frye [Marilyn Frye, Willful Virgins: Essays In Feminism, 1976-1992 – Willful Virgins or Do You Have to Be a Lesbian to Be a Feminist?, Crossing Press, 1992, pp. 130-132]

“A heterossexualidade feminina não é um impulso biológico ou uma atração erótica ou conexão feminina com outro animal humano que calha de ser homem. A heterossexualidade feminina é uma série de instituições e práticas sociais definidas e reguladas por [morais, valores e leis patriarcais]”. – Marilyn Frye [Marilyn Frye, Willful Virgins: Essays In Feminism, 1976-1992 – Willful Virgins or Do You Have to Be a Lesbian to Be a Feminist?, Crossing Press, 1992, pp. 130-132]


► Gaylor, Annie Laurie (nascida em 1955; é co-fundadora da Freedom From Religion Foundation) (EUA)

“Vamos esquecer do Jesus mítico e buscar encorajamento, conforto e inspiração em mulheres reais… Dois mil anos de domínio patriarcal sob a sombra da cruz deveriam ser suficientes para levar as mulheres em direção à ‘salvação’ feminista deste mundo”. – Annie Laurie Gaylor [Annie Laurie Gaylor, “Feminist Salvation” – Salvação Feminista - The Humanist, p. 37, julho/agosto de 1988]

► Gearhart, Sally Miller (nascida em 15 de abril de 1931; feminista radical, ativista dos direitos gays, escritora, autora de ficção científica)

“A proporção de homens deve ser reduzida e mantida em aproximadamente 10% da raça humana”. – Sally Miller Gearhart [Sally Miller Gearhart, “The Future - If There Is One - Is Female” – O Futuro – Se é que Existe Algum – É Feminino, em Pam McAllister, Reweaving the Web of Life? – Reconstituindo a Teia da Vida?, New Society Publishers, 1982]

“Por que ter homens, de qualquer forma?” – Sally Miller Gearhart [Sally Miller Gearhart, “The Future - If There Is One - Is Female,” em Pam McAllister, Reweaving the Web of Life?, New Society Publishers, 1982, p. ?]

“Tal prospecto [fusão de óvulos] é atraente para mulheres que sentem que se elas produzirem filhos, nenhuma quantidade de amor e carinho e treinamento não-sexista vai salvar esses filhos de uma cultura onde a violência masculina é institucionalizada”. – Sally Miller Gearhart [Sally Miller Gearhart, “The Future - If There Is One - Is Female,” em Pam McAllister, Reweaving the Web of Life?, New Society Publishers, 1982, p. ?]

► Gordon, Linda (Professora de História, Universidade de Nova Iorque) (EUA)

“A família nuclear deve ser destruída, e as pessoas devem buscar maneiras melhores de viver juntas... Qualquer que seja seu significado verdadeiro, a destruição das famílias agora é um processo objetivamente revolucionário. Famílias apoiaram a opressão ao separar pessoas em unidades pequenas e isoladas, incapazes de se unir para lutar por interesses comuns’ – Linda Gordon [Linda Gordon, “Functions of the Family” – Funções da Família -  WOMEN: A Journal of Liberation, periódico, Outono, 1969; republicado em Leslie B. Tanner, ed., Voices From Women’s Liberation – Vozes da Liberação das Mulheres, New American Library, Signet Books, 1970, p. ?]

“... Nenhuma mulher deveria ter que negar quaisquer oportunidades a si mesma por conta de suas responsabilidades especiais para com seus filhos ... As famílias serão finalmente destruídas apenas quando uma organização revolucionária, social e econômica, permitir que as necessidades das pessoas por amor e segurança sejam satisfeitas de maneiras que não imponham divisões de trabalho, ou sem quaisquer papeis externos, de maneira alguma” – Linda Gordon [Linda Gordon, “Functions of the Family” WOMEN: A Journal of Liberation, periódico, Outono, 1969; republicado em Leslie B. Tanner, ed., Voices From Women’s Liberation, New American Library, Signet Books, 1970, p. ?]

► Gornick, Vivian (nascida em 1935; é uma crítica, ensaísta, e memorialista americana) (EUA)

“Ser uma dona de casa é uma profissão ilegítima... A escolha de servir e ser protegida e planejar para formar uma família é uma escolha que não deveria existir. O cerne do feminismo radical é mudar isso”. – Vivian Gornick [Vivian Gornick, (título do artigo?), The Daily Illini, Universidade do Illinois, 25 de abril de 1981]

► Greer, Germaine (feminista radical, escritora) (Austrália)

Em uma entrevista, foi feita a seguinte pergunta à Dra. Greer: “Você [Greer] certa vez foi citada como dizendo que a sua ideia de homem ideal é uma mulher com um pinto. Você ainda pensa assim? ” Greer primeiro negou que disse isso, e então respondeu: “Eu tenho bastante dificuldade com a ideia do homem ideal.  No que me diz respeito, os homens são o produto de um gene avariado. Eles fingem ser normais, mas o que eles fazem sentados lá com sorrisos benignos em seus rostos é produzir esperma. Eles fazem isso o tempo todo. Eles não param nunca. Quero dizer, nós mulheres somos mais razoáveis. Nós disparamos um folículo a cada 28 dias, enquanto eles estão produzindo 400 milhões de espermatozoides a cada ejaculação, a maioria das quais não ocorre em nenhum lugar próximo de um óvulo. Eu não acho que a ecosfera pode tolerar isso”. – Germaine Greer [Germaine Greer publicamente, falando em um almoço literário em um Hotel Hilton, promovendo seu livro, The Change: Women, Aging and the Menopause – A Mudança: As Mulheres, A Velhice e a Menopausa, Knopf, 1992, p. ? – de um boletim de notícias datado de 14 de novembro de 1991]

“[Os homens são] aberrações da natureza... cheios de obsessões estranhas sobre atividades fetichistas e objetivos fantasiosos”. (Germaine Greer, The Whole Woman – A Mulher Completa, Knopf, 1999)” Se as mulheres querem efetuar uma melhora significativa em sua condição, parece óbvio que elas devem se recusar a se casar”. – Germaine Greer [Germaine Greer, The Female Eunuch – A Mulher Eunuca, McGraw-Hill, 1971, p. 317]

“...os homens espancam as mulheres porque eles gostam; eles torturam as mulheres como eles poderiam torturar um animal ou arrancar as asas de moscas”. – Germaine Greer [Germaine Greer, The Whole Woman, 1999, Knopf, p. ?]

“O homem considera (a mulher) como um receptáculo dentro do qual ele esvaziou seu esperma, um tipo de escarradeira humana”. – Germaine Greer [Germaine Greer, The Female Eunuch, Mcgraw-Hill, 1971, p. ?]

“Provavelmente o único lugar onde um homem pode se sentir realmente seguro é uma prisão de segurança máxima, exceto pela ameaça iminente de soltura”. – Germaine Greer [Germaine Greer, em “Security” – Segurança - The Female Eunuch, Mcgraw-Hill, 1971, p. ?]

► Griffin, Susan (feminista radical, escritora) (EUA)

“E se o estuprador profissional deve ser separado do [homem] dominante médio, deve ser por uma diferença principalmente quantitativa” – Susan Griffin [Susan Griffin, “Rape: The All-American Crime” – Estupro: O Crime Tipicamente Americano - Ramparts 10, setembro de 1971, pp. 26-35]

“E no espectro do comportamento masculino, o estupro, a combinação perfeita de sexo e violência, é o ato definitivo. O prazer erótico não pode ser separado da cultura, e em nossa cultura o erotismo masculino está ligado ao poder” – Susan Griffin [Susan Griffin, Rape: The Politics of Consciousness – Estupro: A Política de Consciência, Harper & Row, 1979, p. ?]

► Hart, Heather (estudante se recuperando do feminismo) (EUA)

“Na Brandeis, eu descobri o feminismo. E eu instantaneamente me tornei uma convertida... escrevendo artigos brilhantes em minha aula de Mitos do Patriarcado, nos quais eu comparei meu destino como mulher ao de outras vítimas por todas as eras. Eu me juntei a uma coalizão de mulheres, preguei a qualquer um que ouvisse, e até mesmo cheguei perto de eliminar os homens da minha vida completamente”. – Heather Hart [citada em Christina Hoff Sommers, Who Stole Feminism?: How Women Have Betrayed Women – Quem Roubou o Feminismo?: Como as Mulheres Traíram outras Mulheres, 1994, Simon & Schuster, p. 111]

Jeffrys, Sheila (feminista radical)

“Quando uma mulher atinge o orgasmo com um homem, ela está apenas colaborando com o sistema patriarcal, erotizando sua própria opressão”. – Sheila Jeffrys [Thinkexist.com, nenhuma fonte fornecida]





Postagem original:


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