Citações Feministas - Corrigidas e Anotadas - Parte IV - Andrea Dworkin
► ► DWORKIN ►
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► Dworkin, Andrea (1946-2005; feminista radical, escritora) (EUA)
“Com
frequência é difícil distinguir a sedução do estupro. Na sedução, o estuprador
se incomoda de comprar uma garrafa de vinho”. [Andrea Dworkin, “Sexual Economics: The Terrible Truth” –
Economia Sexual: A Verdade Terrível - 1976, p. ?]
“Nenhuma mulher precisa de penetração; poucas escapam a ela”. [Andrea Dworkin, Right-Wing Women – Mulheres de Direita, ch. 3, 1978, p. ?]
“Uma das
diferenças entre o casamento e a prostituição é que no casamento você só
precisa fazer negócio com um homem”. [Andrea Dworkin, Letters From a War Zone: Writings 1976-1989 “Feminism: An Agenda –
Cartas de uma Zona de Guerra: Escritas de 1976-1989 (1988) Feminismo: Uma
Agenda. Este ensaio foi originalmente uma palestra realizada na Faculdade
Hamilton, Clinton, N. Y., 8 de abril de 1983, e então publicado na revista
literária da faculdade, The ABC’s of Reading, em 1984.]/// Andrea Dworkin [palestra
na Faculdade Hamilton, N.Y., 8 de abril de 1983; publicada na revista
universitária de Hamilton, The ABC’s of Reading, 1984; republicada em
Andrea Dworkin, Letters From a War Zone: Writings 1976-1989, Dutton
Publishing, 1989; citada em Fred R. Shapiro, Yale Book of
Quotations, 2006, p. ?]
“Como eu
vejo, nossa tarefa revolucionária é destruir a identidade fálica nos homens e a
não-identidade masoquista nas mulheres – isto é, destruir as realidades polares
dos homens e das mulheres como nós as conhecemos, para que essa divisão da
carne humana em dois campos – um que é um campo armado e o outro um campo de
concentração – não seja mais possível. A identidade fálica é real e deve ser
destruída. O masoquismo feminino é real e deve ser destruído”. – Andrea Dworkin
[Andrea Dworkin, Our Blood: Prophecies And Discourses On Sexual
Politics - The Root Cause – Nosso
Sangue: Profecias e Discursos Sobre a Política Sexual – A Raiz do Problema,
Harper & Row, 1976, p. ?]
“As instituições culturais que incorporam e reforçam essas aberrações
entrelaçadas – por exemplo, a lei, a arte, a religião, nações-estado, a
família, tribo ou comuna baseada no direito do pai – essas instituições são
reais e elas devem ser destruídas. Se elas não forem, nós estaremos, como
mulheres, destinadas à inferioridade e subjugação perpétuas”. – Andrea Dworkin
[Andrea Dworkin, Our Blood: Prophecies And Discourses On Sexual Politics -
The Root Cause, Harper & Row, 1976, p. ?]
“Apenas quando a masculinidade estiver morta – e ela irá perecer quando a
feminilidade assolada não mais a sustentar – só então nós saberemos o que é ser
livre”. – Andrea Dworkin [Andrea Dworkin, Our Blood: Prophecies And
Discourses On Sexual Politics - The Root Cause, Harper & Row, 1976]/// Andrea
Dworkin [Andrea Dworkin, Our Blood: Prophecies and Discourses on Sexual
Politics - The Rape Atrocity and the Boy Next Door, Harper & Row, 1976,
p. ?]
“O
estupro, então, é a consequência lógica de um sistema de definições do que é
normativo. O estupro não é um excesso, ou aberração, ou acidente, ou engano –
ele encarna a sexualidade como a cultura a define”. – Andrea Dworkin [Andrea
Dworkin, Our Blood: Prophecies and Discourses on Sexual Politics - The
Rape Atrocity and the Boy Next Door – Nosso Sangue: Profecias e Discursos Sobre a Política Sexual – A
Atrocidade do Estupro e o Rapaz Típico, Harper & Row, 1976, p. ?]
“Os homens amam a morte. Em tudo o que eles fazem, eles cavam um lugar central
para a morte, deixam seu cheiro rançoso contaminar toda dimensão de qualquer
coisa que ainda sobreviva. Os homens amam especialmente o assassinato. Na arte
eles o celebram, e na vida eles o cometem. Eles abraçam o assassinato como se a
vida sem ele fosse vazia de paixão, significado, e ação, como se o assassinato
fosse um consolo, tranquilizando seus soluços enquanto eles lamentam o vazio e
a alienação de suas vidas”. –
Andrea Dworkin [Andrea Dworkin, “Why
So-Called Radical Men Love and Need Pornography” – Por que os Supostos
Homens Radicais Amam e Precisam da Pornografia - em: Laura Lederer, ed., Take
Back the Night – Tomem de Volta a
Noite, Morrow, 1980, p. 148]
P: As pessoas acham que você é muito hostil para com os homens.
R: Eu sou.
P: Isso
não te preocupa?
R: Pelo
que você falou, isso deixa eles preocupados.
– Andrea Dworkin
[Andrea Dworkin, “Nervous Interview”
– Entrevista Nervosa - Chrysalis, No. 10, maio de 1980; republicado em Andrea
Dworkin, Letters From A War Zone, Writings 1976-1989, Dutton
Publishing, 1989]
“Os homens são estupradores, espancadores, assaltantes, assassinos; esses
mesmos homens são profetas religiosos, poetas, heróis, figuras de romance,
aventura, realização, figuras enobrecidas pela tragédia e a derrota. Os homens
reivindicaram a terra, chamando-a de ‘Ela’. Os homens a arruinaram. Os homens têm
aviões, armas, bombas, gases venenosos, armas tão perversas e mortais que elas
desafiam qualquer imaginação autenticamente humana”. – Andrea Dworkin, Pornography:
Men Possessing Women – Pornografia:
Homens Possuindo Mulheres, Perigree, 1981, p. 48]/// Andrea Dworkin
[Andrea Dworkin, Pornography: Men Possessing Women, Penguin, 1979,
p. ?]
“...As
mulheres e os homens são espécies ou raças distintas ... os homens são
biologicamente inferiores às mulheres; a violência masculina é uma
inevitabilidade biológica; para eliminá-la, deve-se eliminar a espécie/raça em
si ... ao eliminar a espécie/raça inferior do Homem, a nova Ubermensch Mulher[1]
(profeticamente prenunciada pela própria lésbica separatista) vai possuir o
domínio terrestre que é seu verdadeiro destino biológico. Nós somos deixados a
inferir que a sociedade criada por ela será boa porque ela é boa,
biologicamente boa. No ínterim, a Super Mulher incipiente não vai fazer nada
para ‘encorajar’ as mulheres a ‘colaborar’ com os homens – nenhuma clínica de
aborto ou santuários para mulheres agredidas virá dela. Afinal, ela precisa
conservar sua ‘energia’ que não deve ser dissipada mantendo vivas mulheres
‘fracas’ através de medidas de reforma. A audiência aplaudiu as passagens sobre
a superioridade feminina/inferioridade masculina com entusiasmo. Essa doutrina
parece ser música para seus ouvidos”. – Andrea Dworkin [de um painel sobre o
“Lesbianismo como uma Política Pessoal” que se reuniu na Cidade de Nova Iorque,
Semana do Orgulho Lésbico de 1977; Andrea Dworkin, Letters From a War
Zone - Take Back The Day - Biological Superiority: The World’s Most Dangerous
and Deadly Idea – Cartas de uma Zona
de Guerra – Tomem de Volta o Dia – Superioridade Biológica: A Ideia Mais
Perigosa e Mortal do Mundo, 1977, Dutton Publishing, 1989,
p. 146]
“Sob o patriarcado, toda mulher é uma vítima, no passado, presente e futuro.
Sob o patriarcado, toda filha de uma mulher é uma vítima, no passado, presente
e futuro. Sob o patriarcado, todo filho e uma mulher é seu potencial traidor e
também o inevitável estuprador ou explorador de outra mulher”. – Andrea Dworkin
[Andrea Dworkin, Our Blood: Prophecies and Discourses on Sexual
Politics - The Rape Atrocity and the Boy Next Door, Harper & Row, 1976,
p. 58; às vezes listado como Liberty - Liberdade]
“Eu quero
ver um homem ser espancado até virar uma pasta sangrenta, com um salto alto
enfiado em sua boca, como uma maçã na boca de um porco”. – Andrea Dworkin
[Andrea Dworkin, Ice and Fire – Gelo e Fogo (romance
autobiográfico), 1986/7?, Weidenfeld & Nicholson, p. ?]/// Andrea Dworkin [Andrea Dworkin, Ice and Fire (romance
autobiográfico) Weidenfeld & Nicholson, 1987, p. ?]
“O
casamento como uma instituição se desenvolveu do estupro como uma prática”. –
Andrea Dworkin [Andrea Dworkin, Pornography: Men Possessing Women,
Perigree, 1981, capítulo 1, p. ?]
“Na Esquerda, na Direita, no Meio; Autores, estadistas, ladrões; supostos
humanistas e fascistas autodeclarados; o aventureiro e o contemplativo, em toda
esfera da expressão e ação masculina, a violência é experimentada e articulada
como amor e liberdade”. – Andrea Dworkin [Andrea Dworkin, Pornography:
Men Possessing Women, Perigree, 1981, p. ?]
“O estupro é o modelo heterossexual principal de se relacionar sexualmente. O
estupro é o emblema principal do amor romântico. O estupro é o meio pelo qual
uma mulher é iniciada em sua feminilidade como ela é definida pelos homens”.
[Andrea Dworkin, Letters From a War Zone, Part IV - The New Terrorism –
Parte IV – O Novo Terrorismo, Dutton
Publishing, 1989, p. ?]
“As variações mais recentes sobre esse tema angustiantemente antigo centra nos
hormônios e no DNA: os homens são biologicamente agressivos; seus cérebros
fetais foram inundados em androgênio; seu DNA, a fim de se perpetuar, os
arremessa em direção ao assassinato e ao estupro”. – Andrea Dworkin [Andrea
Dworkin, “Biological Superiority: The
World’s Most Dangerous and Deadly Idea” primeiro publicado em Heresies
No. 6, “Women and Violence”
– Mulheres e Violência - Vol. 2, No. 2, verão de 1978; republicado em Andrea
Dworkin, Letters From a War Zone, Letters
1976-1989; Part III: Take Back The Day, Dutton Publishing, 1989, p. 114]
“Ao
considerar a argumentação intelectual e científica masculina, em conjunção com
a história masculina, nos forçamos a concluir que os homens como uma classe são
cretinos morais”. [Andrea Dworkin, “Biological
Superiority: The World’s Most Dangerous and Deadly Idea” primeiro publicada
em Heresies No. 6, “Women and
Violence” Vol. 2, No. 2, verão de 1978; republicada em Andrea
Dworkin, Letters From a War Zone, Letters 1976-1989; Part III: Take Back The Day, Dutton Publishing, 1989, p. 114]
“O casamento ... é uma licença legal para estuprar”. (citação completa: “O
Casamento, por exemplo, é uma licença legal para estuprar”). – Andrea Dworkin
[“Violence Against Women: It Breaks the
Heart, Also the Bones” – Violência Contra as Mulheres: Ela Parte o Coração,
e Também os Ossos - 1984; republicado em: Andrea Dworkin, Letters From
a War Zone: Writings 1976-1989, Dutton Publishing, 1989, p. 176]
“A
penetração é a expressão pura, estéril e formal do desprezo dos homens pelas
mulheres”. (Ocasionalmente citada erroneamente como: “A penetração
heterossexual é a expressão pura, estéril e formalizada do desprezo pelos
corpos das mulheres”. – Andrea Dworkin [Andrea Dworkin, “Occupation / Collaboration,” Intercourse – Ocupação/Colaboração, Penetração, The Free
Press, 1987, pp. 128-143.]
“Em tudo que os homens fazem, eles cavam um lugar central para a morte, deixam
seu cheiro rançoso contaminar toda dimensão de qualquer coisa que ainda
sobreviva. Os homens amam especialmente o assassinato. Na arte eles o celebram,
e na vida eles o cometem. Eles abraçam o assassinato como se a vida sem ele
fosse vazia de paixão, significado, e ação, como se o assassinato fosse um
consolo, tranquilizando seus soluços enquanto eles lamentam o vazio e a
alienação de suas vidas”. – Andrea Dworkin [Andrea Dworkin, Letters
From a War Zone (volume No. ?), Dutton Publishing, 1989, p. 214]
“O casamento como uma instituição se desenvolveu do estupro como uma prática. O
estupro, originalmente definido como sequestro, se tornou casamento por
captura. O casamento significava que o sequestro devia se estender pelo tempo,
para não ser apenas uso, mas posse, ou propriedade”. – Andrea Dworkin [Andrea
Dworkin, Pornography: Men Possessing Women, 1981, cap.
1; republicado em Andrea Dworkin, Letters
From a War Zone (Vol. No. ?), Dutton Publishing, 1989, p. ?]
“A aniquilação da personalidade, individualidade, vontade, caráter de uma
mulher é um pré-requisito para a sexualidade masculina”. – Andrea Dworkin [Andrea
Dworkin, Letters From a War Zone (volume No. ?), Dutton
Publishing, 1989, p. ?]
“Essa violência sempre é acompanhada pela agressão cultural – propaganda
disfarçada como princípio ou conhecimento. A pureza da raça ‘ariana’ ou
caucasiana é um princípio favorito. A inferioridade genética é um campo favorito
de conhecimento. Bibliotecas estão cheias de textos eruditos que provam, sem a
menor sombra de dúvida, que os judeus, os irlandeses, mexicanos, negros,
homossexuais e as mulheres são lodo. Essas provas eloquentes e engenhosas são
classificadas como psicologia, teologia, economia, filosofia, história,
sociologia, a suposta ciência da biologia. Às vezes, frequentemente, elas se
transformam em histórias ou poemas e chamadas de arte. A degradação é dignificada
como necessidade biológica, econômica ou histórica; ou como a consequência
lógica dos traços repulsivos ou limitações inerentes daqueles que são
degradados. Nas ruas, a propaganda toma uma forma mais vulgar. Placas leem
‘Apenas Brancos’ ou ‘Judeus e Cães Não são Permitidos’. Silvos de sapatão,
preto, bicha, e viado preenchem o ar. Nesta propaganda, a vítima é apontada. Essa
propaganda é a luva que cobre o punho em todo reino de terror. Essa propaganda
não apenas sanciona a violência contra o grupo designado; ela a incita. Essa
propaganda não apenas ameaça a agressão, ela a promete”. – Andrea Dworkin
[Andrea Dworkin, Letters From a War Zone - Part IV - The New Terrorism,
Dutton Publishing, 1989]
“Como a prostituição, o casamento é uma instituição que é extremamente
opressiva e perigosa para as mulheres”. – Andrea Dworkin [Andrea Dworkin, Letters
From a War Zone - Feminism: An Agenda, 1983, Dutton Publishing, 1989, p.
146]
“Os homens usam a noite para nos apagar”. – Andrea Dworkin [De “Andrea Dworkin, “The Night and Danger” –
A Noite e o Perigo – escrito como uma palestra de Tome de Volta a Noite (©
1979), Republicado em Andrea Dworkin, Letters From A War Zone Writings
1976-1989, Part I: Take Back the Night, 1989, p. ?]
“... as prisões para as mulheres são nossas casas. Nós vivemos sob lei marcial.
Nós vivemos em lugares nos quais existe uma cultura do estupro. Essa é a casa de uma mulher, onde ela vive. Os homens
precisam ser mandados para a prisão, para viverem em uma cultura tão estupradora
como uma casa normal na América do Norte. Nós vivemos sob o que equivale a um
toque de recolher militar. Reforçado por estupradores. E nós geralmente dizemos
que somos cidadãos livres em uma sociedade livre. Nós mentimos. Nós mentimos, nós mentimos todos os dias a respeito
disso... Nós vivemos em um estado policial onde todo homem é nomeado delegado.
... Nos Estados Unidos, a violência contra as mulheres é um grande passatempo. É um esporte. É um divertimento. É um entretenimento cultural dominante.
E é real. É generalizada. É epidêmica. Ela satura a sociedade. É muito
difícil fazer com que qualquer pessoa a note, porque existe tanto dela”. –
Andrea Dworkin [Terror, Torture and
Resistance – Terror, Tortura e Resistência, palestra principal na Conferência
das Mulheres e a Saúde Mental da Associação da Saúde Mental Canadense –
Mulheres em uma Sociedade Violenta”. Banff, Alberta, 9 de maio de 1991. Primeiro
publicada em: Canadian Studies/Les Cahiers de la Femme, Vol. 12,
No. 1, outono de 1991, p. ?]
“A agressão às mulheres é ... fundamental para o prazer sexual dos homens”. –
Andrea Dworkin [De: The New York Times, Larry Elder, “Smiting Moses” – Malhando Moisés - FrontPageMag.com.
10 de julho de 1998]
“Em minha própria vida, eu não faço sexo com penetração. Essa é a minha
escolha”. – Andrea Dworkin [Andrea
Dworkin, “‘They took my body from me and
used it’” – Eles tiraram meu corpo de mim e o usaram - The Guardian,
2 de junho de 2000]
* “Ser
estuprável, uma posição que é social, e não biológica, define o que uma mulher
é”. – atribuído a Andrea Dworkin [fonte não identificada]
* Falsamente atribuída a Andrea Dworkin: “A penetração heterossexual é a
expressão pura e formalizada de desprezo pelos corpos das mulheres”. De acordo
com a Wikiquote, essa citação é literalmente fictícia: David Futrelle: “A
primeira aparição dessa citação é de P: A
Novel – P: Um Romance (2003) por Andrew Lewis Conn como uma citação da
feminista fictícia “Corinne Dwarfkin”. O original lê: “De forma encapsulada,
minha tese é que a penetração heterossexual é a expressão pura e destilada do
desprezo dos homens pelas mulheres”. Na forma ligeiramente alterada oferecida
acima, a citação é atribuída em diversos livros a Andrea Dworkin. Neil Boyd, em
Big Sister – Irmã mais Velha - (2004)
atribui a citação a Letters from a War Zone, porém, essa citação, ou
qualquer uma formulada de maneira similar, não aparece nessa obra”[2].
[1]
Além-homem, ou super-homem é o termo originado
do alemão Übermensch,
descrito no livro Assim Falou Zaratustra(Also sprach Zarathustra),
do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, em que explica os passos
através dos quais o homem pode se tornar um 'além-homem' (homos superior,
como no inglês Beyond-Human a tradução também pode ser
compreendida como Além-do-humano). No original, Dworkin usou também a expressão
“womon”, usada por feministas para diferenciar e se distanciar do “men”, de
homem.
[2]
Aparentemente, porém, como visto mais acima na lista, de fato há uma citação de
Dworkin formulada de maneira bastante similar.



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