Tendências Perigosas no Feminismo - Parte Final: Preconceito Feminista contra a Homossexualidade Masculina
Chegamos então à parte final (e talvez mais importante) do ensaio, em que o autor fala a respeito do preconceito descarado que feministas exibiam por homens gays, antes, durante e após os levantes dos anos 1960, que alavancaram o Movimento de Liberação Gay. Todo homem gay que conhece o histórico desse movimento de ódio para com todos os homens em geral, e com os homens gays em particular, deveria distanciar-se dele, imediata e permanentemente. Aqueles que ainda não conhecem, deveriam aprender, e este artigo é um começo.
Continuando a história do Dia da Liberação da Rua Christopher: cada uma das exigências das mulheres foi atendida. Mulheres estavam à frente da Parada do Orgulho Gay, e mulheres com megafones limparam a área de intrusos homens. Nesse contingente, duas mulheres marcharam com uma bandeira proclamando: “Chupar pinto causa câncer!” Apesar da preocupação vangloriada com o “machismo”, nenhuma das outras mulheres no contingente sugeriu a essas irmãs que elas estavam marchando na parada errada.
A frase, “chupar pinto causa câncer”, é parte de um poema titulado “Corte o pinto”, que apareceu no jornal trimestral Dyke (“pra ser vendido e compartilhado apenas por mulheres”). Aqui estão alguns versos de “Corte o pinto”:
Chupar pinto pode causar câncer
Alpinistas de pinto, melhor olhar por onde andam
Na escada para o Chup-cess-o
Porque o relógio Cú-co está fora do ritmo
E quando a revolução das mulheres chegar
Não haverá nenhuma casa de penhores
Em que um velho chupa-pintos possa empenhar um pinto1
Nenhum comentário ao poema, mas eu acho repreensível que a imprensa gay escondeu sua cabeça na areia e fingiu que o poema nunca foi publicado.
Recentemente, eu estive lendo e relendo muitos dos escritos feministas, e tenho me deparado com muito preconceito contra homens gays. Às vezes, o preconceito feminista contra homens gays é óbvio e cruel, como no poema; geralmente é mais sutil. Basicamente, as escritoras feministas negam a validade do amor masculino; elas insistem em tratá-lo como produto de misoginia, rejeição ou medo de mulheres. (Alguns dos trabalhos feministas que eu critico têm algum mérito, apesar de seu preconceito contra homossexualidade masculina. Mulheres e Loucura, de Phyllis Chessler é tocante e informativo; a antologia das Redstockings, Revolução Feminista, é valorosa por seus testemunhos de como o movimento das mulheres tem sido dividido e cooptado, bem como por suas principais exposições do link entre Gloria Steinem e a CIA; e há coisas a aprender da Dialética do Sexo de Shulamith Firestone e mesmo do muito superestimado Política Sexual de Kate Millett.)
Um exemplo flagrante é providenciado por Leslie B. Tanner, no seu artigo “Sobre Ser Natural”, que apareceu na antologia popular Vozes da Liberação das Mulheres. Tanner escreve sobre o medo masculino das mulheres e ela produz essas duas sentenças:
“A tradição Cristã – baseada na ansiedade masculina da tradição hebraica – leva o medo do feminino a ainda maiores extremos. Durante a Idade Média o celibato (que é relacionado ao resguardo do feminino) produziu ansiedades tão fortes que causaram mesmo a castração e a sodomia”.
Isso está claro o suficiente: se não fosse por um medo patológico das mulheres, uma coisa tão terrível quanto a sodomia nunca existiria. Tanner também passa a impressão de que a sodomia é uma forma de emasculação.
É claro que a noção de que a homossexualidade masculina é causada pelo medo das mulheres é o ganha pão de charlatões psiquiátricos como os Drs. Bergler, Bieber, Kardiner et al. – mas essas pessoas são homens, então é permitido que nós as critiquemos.
O que escritoras feministas parecem totalmente incapazes de compreender é a validade das ligações totalmente masculinas – o grande desejo e necessidade que os homens têm por companhia, amizade e amor por outros homens. Feministas não conseguem ver a camaradagem masculina como uma coisa positiva; para elas isso só pode ser misoginia, uma rejeição e exclusão das mulheres, uma forma de segregação.
Enquanto um liberador gay diria que os homens em nossa cultura são alienados em sua afeição entre eles, algumas feministas acreditam que os homens já são próximos demais entre si.
![]() |
| Carol Hanisch |
Não estou exagerando a posição feminista, e urjo todos a lerem o artigo de Carol Hanisch “A liberação dos homens”, da antologia das Redstockings, Revolução Feminista; é o mais instrutivo. Hanisch escreve de maneira muito clara, sucinta e direta; não há nenhuma dúvida sobre o que ela está falando. A essência do seu argumento é que os grupos de liberação dos homens são um desenvolvimento reacionário; que é absurdo imaginar que os homens são oprimidos pelos papeis sexuais prevalentes, porque todos os homens se beneficiam da opressão de todas as mulheres; que, portanto os homens não têm nada os prendendo para que precisem se libertar. Quando ela chega à homossexualidade, Hanisch tem isso a dizer:
“Liberadores dos homens sempre levantam a questão de ‘confrontar seus próprios sentimentos sobre os homens’ pela qual eles querem dizer homossexualidade. A homossexualidade masculina é uma extensão do clube reacionário (tanto o grupo quanto a arma)2 O crescimento da liberação gay leva o desprezo pelas mulheres ao limite: total segregação. O desejo dos homens de ‘explorar sua homossexualidade’ realmente significa encorajar a possibilidade da homossexualidade como uma reação contra as exigências feministas. Essa é a razão pela qual o movimento pelos “direitos gays” recebeu tanto apoio apenas após a liberação das mulheres se tornar um movimento de massa.”
O preconceito contra a homossexualidade masculina contida no muito influente livro Política Sexual, de Kate Millett, é pior do que o encontrado no artigo de Carol Hanisch, mais pérfido. O estilo de Millett é confuso e afetado, e o seu preconceito emerge mais em piadinhas e insinuações do que em afirmações diretas.
![]() |
| Kate Millett |
Para Millett, não há nada positivo acerca dos relacionamentos masculinos. Ou homens poderosos exercem dominância sobre homens mais fracos, degradando-os ao status de fêmea, e derivando uma satisfação pessoal desse bullying; ou então homens se juntam para consolidar seu poder sobre as mulheres.
No mundo de Millett, os homens na verdade não gostam uns dos outros, é apenas a política sexual do patriarcado que faz com que eles passem tanto tempo juntos.
Millett estende o termo “cultura da casa dos homens”, referindo-se a uma instituição em algumas sociedades primitivas, para aplicar a todas as associações dos homens. Ela associa os nazistas, bandidos do submundo, o Exército Americano de Norman Mailer3, e algum sadismo primitivo, de forma a sugerir que todos os grupos de homens possuem um caráter fascista, de alguma forma.
Descrevendo a instituição da casa dos homens na Melanésia, Millett escreve: “Eles fedem a esforço físico, violência, a aura da morte, e a pulsação do sentimento homossexual”. E depois: “Jovens inexperientes se tornam o interesse erótico dos mais velhos e seus mentores, uma relação também encontrada na ordem dos Samurais, nos sacerdotes orientais e nos liceus gregos.” E também: “O tom e o caráter da cultura da casa dos homens é sádico, orientado ao poder e latentemente (sic) homossexual...”
Quando as coisas são agrupadas desse modo, muito se perde. Como alguém pode igualar a pederastia grega com o sadismo de povos primitivos? – a pederastia Grega com seu relacionamento pedagógico, sua preocupação com a transmissão de conhecimento e sabedoria, seu nobre código de ética.
Para Millett, a atividade sexual que acontece na “casa dos homens”, não é muito verdadeira: ou é sadismo ou então uma espécie de heterossexualidade substituta. Ela escreve:
“Atividade sexual considerável acontece na casa dos homens, toda ela, desnecessário dizer, homossexual. Mas o tabu contra o comportamento homossexual (ao menos entre iguais) é quase universalmente mais forte que o impulso e tende a tomar a forma de uma recanalização da libido em violência”.
Ao ler Millett, é às vezes necessário parar e desembaraçar as coisas que ela acaba misturando. Note como ela cometeu um lapso na asserção de que o tabu contra a homossexualidade masculina é quase universal. Isso é certamente uma inverdade, numa perspectiva histórica. Se o tabu contra a homossexualidade masculina fosse realmente universal, então poderíamos inferir razoavelmente de que há alguma coisa errada com isso.
Millett chega ao seu ponto, de que a homossexualidade da “casa dos homens” realmente não conta como homossexualidade. Sua escrita é extremamente confusa aqui – e muito, muito astuta:
“A colorização negativa e militarística da homossexualidade da casa dos homens como existe, é claro, não corresponde à totalidade do caráter da sensibilidade homossexual [obrigado por notar!]. De fato, a mentalidade da casta guerreira com sua ultravirilidade, é mais incipientemente homossexual, na sua exclusivamente orientação masculina, do que abertamente homossexual (A experiência nazista é um caso extremo em questão aqui). E mais persuasivamente, o desprezo com o qual os membros mais jovens, brandos, ou mais ‘femininos’ são tratados, é prova de que seu caráter verdadeiro é misógino, ou perversamente ao invés de positivamente heterossexual. A inspiração real das associações nas casas dos homens, portanto, vem de uma situação patriarcal ao invés de uma circunstância inerente à relação homoerótica.
É uma pena especialmente que Millett associe o nazismo à homossexualidade, considerando que a liberação gay tem trabalhado tanto para desfazer o mito da “perversão fascista” – a noção de que homossexualidade e nazismo estão relacionados – um mito que é o oposto da verdade.
Millet é distintamente hostil à possibilidade da amizade masculina genuína. Ela escreve:
“Muito da glamorização da camaradagem masculina nas guerras se origina no que pode ser designado como ‘a sensibilidade da casa dos homens’. Seus aspectos sádicos e brutais são disfarçados em glória militar e uma particularmente enjoativa forma de sentimentalidade masculina. Uma boa parte de nossa cultura compactua com essa tradição, e pode-se localizar sua primeira aparição na literatura ocidental na intimidade heroica entre Pátroclo e Aquiles."
Note-se a frase, “uma particularmente enjoativa forma de sentimentalidade masculina”. A linguagem de Millett realmente se entrega aqui. Foi o relacionamento entre Pátroclo e Aquiles “enjoativo” e “sentimental”?
Nesse aspecto, há realmente um único verso na Ilíada que seja enjoativo ou sentimental? Francamente, eu me ressinto dos ataques sarcásticos de Millett à amizade masculina, dos quais há muitos.
A hostilidade de Millett contra a amizade masculina aparece mais claramente no seu capítulo sobre D. H. Lawrence, um tratamento que pode ser descrito de maneira justa como perverso. Os momentos mais ternos nas novelas de Lawrence, suas tentativas de descrever a necessidade que os homens têm por amizades masculinas profundas e amor masculino, recebem apenas ridicularização e desprezo pela sua caneta. Suas sinopses de enredo são grotescas, tanto pelas suas imprecisões e pelo ânimo que as permeiam. Se alguém acha que estou sendo excessivamente severo, eu sugiro um teste simples. Leia o capítulo dela sobre D.H. Lawrence, especialmente sua sinopse de Mulheres Apaixonadas. Leia Mulheres Apaixonadas – uma novela
maravilhosa – e tire suas próprias conclusões.
Nesse ponto, passar a mais escritoras feministas envolveria na maior parte repetição, pois os mesmos temas ocorrem de novo e de novo. Phyllis Chessler, no seu livro Mulheres e Loucura, também promove a hipótese de que a homossexualidade masculina é uma expressão de misoginia. Ela também associa homossexualidade masculina com o militarismo e ridiculariza a “tradição ‘gloriosa’” da homossexualidade masculina.
Susan Brownmiller em "Contra Nossa Vontade", coloca como iguais atos homossexuais voluntários com estupro homossexual; parecem a ela igualmente horríveis.
O livro de Shulamith Firestone, A Dialética do Sexo, contém muitas piadinhas contra a homossexualidade masculina. Firestone aceita a teoria do Complexo de Édipo freudiano na etiologia da homossexualidade masculina.5 Ela também possui a noção extraordinária que homens não podem ser objetos eróticos, e que o corpo feminino é intrinsecamente mais estético.
Na verdade, muito do pior tipo de preconceito vem de homens afirmando representar o feminismo. Nesse campo há um punhado de homens que chamam a si mesmo de “efeministas” e publicam a encarecidamente produzida e sinteticamente patológica revista Duplo F. Um deles, outro homem feminista, John Stoltenberg escreveu o artigo “Em busca da Justiça de Gênero”, que apareceu na revista WIN (de 20 de março de 1975). Stoltenberg ataca todos os objetivos do movimento de liberação gay, afirmando que se realizados eles iriam apenas dar aos homens gays igualdade perante os homens héteros; ele promove as proposições de que homens preocupados com “justiça de gênero” deveriam abraçar “um repúdio total à masculinidade” (incluindo um repúdio às ereções e impulsos pélvicos durante o sexo), e um repúdio aos relacionamentos masculinos. Stoltenberg postula um “tabu patriarcal contra a desunião”, o que é insidiosamente contrário da verdade; o que é tabu na nossa cultura é precisamente a dessublimação da união masculina; o tabu está em inteiramente perceber o Eros entre homens. Stoltenberg merece apenas nossa pena quando ele dispensa a ânsia que os homens têm por afeição masculina ao escrever: “tudo o que ele já foi programado a esperar por um relacionamento com homens conecta-se no seu âmago com um processo que mantém as mulheres oprimidas.”
![]() |
| Stoltenberg e a repelente Andrea Dworkin em 2003 |
Um curioso caso de dois pesos, duas medidas, existe através do qual as feministas veem grupos, publicações, etc. totalmente femininos como uma parte necessária de seu movimento, mas negam aos homens um privilégio similar. Novamente somos gratos a Carol Hanisch por nos providenciar um raciocínio claro para esse duplipensar. De acordo com Hanisch, os grupos de homens existem apenas para que os homens consolidem seu poder sobre as mulheres. Ela escreve: “Eles são terreno fértil para atualização da teoria de supremacia masculina e estratégias para ‘lidar’ com o crescente movimento feminista”. Hanisch justifica o duplipensar feminista com essa sentença notável: “Todos os grupos masculinos são mais da mesma segregação e os movimentos de liberação das mulheres, totalmente femininos, existem para que esta segregação acabe.
Algumas – embora não todas – as escritoras feministas são tão focadas em eliminar o que elas veem como “segregação”, que elas iriam abolir agrupamentos de apenas um sexo totalmente, bem como divisões sexuais. Se elas conseguirem o que querem, não existiriam mais esferas unissexuais, de qualquer maneira. Desnecessário dizer, mas isso significa a erradicação da homossexualidade. Uma representante extrema desse ponto de vista é Shulamith Firestone, que espera por um futuro onde toda instituição segregando os sexos seria destruída, e mesmo a gestação de embriões humanos ocorreria em máquinas ao invés de nos úteros de uma mulher. Tudo deveria ser homogeneizado. Existiria total e uniforme heterossocialidade; se casais homossexuais ocorressem, seria numa base aleatória e arbitrária.
Essa não é a minha visão do futuro. Eu penso que nós ainda somos animais, gostando ou não, e que é perfeitamente apropriado para a fêmea da nossa espécie dar a luz aos infantes. Eu penso que os homens devem aprender a amar os homens, e mulheres a amar mulheres. Sem dúvida sob a condição da liberdade, os homens e mulheres evoluídos do futuro tomarão suas próprias decisões, mas eu sinto que existirão algumas áreas da vida onde ambos, homens e mulheres, irão preferir a companhia do seu próprio gênero.
Conclusão
Apesar dos tristes casos particulares que relatei, ainda acredito que as lutas da liberação das mulheres e dos gays deveriam ser vistas como irmanadas.
Eu acho que as mulheres devem dar uma olhada dura e crítica à ala extrema de seu movimento; partes dela tornaram-se as piores inimigas da liberação das mulheres. Eu penso que mulheres deveriam lutar por igualdade econômica, política e sexual total com os homens, e que deveriam tomar atitudes contra o preconceito misógino. Existe o tempo de demonstrar, piquetear, marchar; existe o tempo de provocar um inferno – mas afetação de virtude, intolerância e censura não tem lugar nenhum em um movimento
progressista.
O resto da minha conclusão eu endereço aos homens:
Irmãos: Temos de lutar pela nossa própria liberação, e não devemos ser desviados da luta.
Não devemos deixar nossa opressão histórica ser trivializada. Fomos apedrejados pelos judeus, passados à espada, castrados e torturados pelos cristãos, queimados na fogueira pela Inquisição. Nós éramos os homens do triângulo rosa. Somos aqueles sendo perseguidos nesse momento no Chile, na Argentina, em Cuba, nos Estados Unidos. É o amor masculino que tem sido o maior tabu na cultura judaico-cristã: uma ofensa pior que a morte, o “crime abominável”, o “crime que não deve ser mencionado”, o “pecado tão horrível que não deve ser mencionado entre cristãos”.
Devemos afirmar a validade e a beleza do companheirismo masculino, amizade masculina e amor masculino. Devemos defender nossa herança.
Devemos reconhecer nossos inimigos onde quer que encontremos. Nenhuma ideia e nenhuma ação devem ser eximidas de críticas.
Se homens e mulheres não puderem trabalhar juntos no movimento de liberação dos gays em camaradagem, então será melhor trabalhar separadamente. Isso seria uma vergonha, mas o movimento das lésbicas já se
tornou largamente autônomo, e talvez elas estejam certas.
Notas do tradutor
1 – No original: “Cocksucking can cause câncer/cockclimbers better watch their step/on the ladder to suck-cess-pool/cause the cockclock is running out of ticktock/and when the woman revolution comes/there ain't gonna be no pawn shop/where an old cocksucker can hock a cock…”
2 – Club, em inglês, pode significar tanto clube quanto porrete, clava, etc.
3 – Norman Mailer (1923-2007) era um ativista anti-guerra, tendo participado da Marcha ao Pentágono, em 1967, e escrito um livro (The Armies of The Night) sobre o acontecimento e sua participação nele. (fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/National_Mobilization_Committee_to_End_the_War_in_Vietnam).
16 – Lionel Ovesey (1915-1995) foi um psicanalista americano. Seu conceito de “Pseudohomossexualidade” diferia da homossexualidade (que tem a gratificação sexual como objetivo final), por ter motivações não-sexuais (demonstração de poder e dependência). (fonte: https://books.google.com.br/books?id=brFTDAAAQBAJ&pg=PT117&lpg=PT117&dq=pseudoho mossexuality+ovesey&source=bl&ots=afiBnq2ShJ&sig=ACfU3U1bG6A7R4MPa5wUM993NAV OuED2Fw&hl=pt- PT&sa=X&ved=2ahUKEwjArNfO2YTjAhWKDrkGHY92AnQ4ChDoATABegQICBAB#v=onepage&q=pseudohomossexuality%20ovesey&f=false)
17 – A noção de que a origem da homossexualidade se dá pela negação do desejo sexual pela mãe e que o medo do pai é transfigurado em desejo homossexual, como medida de autopreservação. (fonte: https://www.berkshireeagle.com/stories/the-homosexual-oedipuscomplex, 290387)







Comentários
Postar um comentário