O Dilema do Varejão, para Feministas
Eu gostaria de levar uma feminista pra fazer compras um dia desses. Acho que o escolheria o Kmart pra dar uma olhada nos seus produtos. Poderíamos ir cada um pra um lado, nas seções de roupas da loja e ver se achamos alguma oferta tentadora.
Nós acharíamos rapidamente a seção de roupas femininas, porque não dá pra não notar. É simplesmente enorme e geralmente colocada numa posição central da loja.
A seção de roupas masculinas sempre requer um pouco mais de tempo e esforço pra localizar, mas as roupas sempre são razoavelmente precificadas e de qualidade decente. A área designada para os homens geralmente é situada em algum lugar dos fundos da loja e é muito menor que a seção feminina.
Nós poderíamos concordar em nos encontrarmos nos vestiários em quinze minutos, se qualquer um de nós fosse sortudo o bastante para encontrar alguns itens que capturaram nosso interesse.
No momento em que chegássemos aos vestiários, perceberíamos que homens e mulheres entram pela mesma porta em que somos cumprimentados pela mesma assistente. Os vestiários dos homens ficam à esquerda da entrada e os das mulheres estão à direita.
Não é necessário levantar hipóteses, pois eu de fato recentemente me infiltrei nos vestiários da Kmart e me arrisquei a ser preso por perversão quando eu rapidamente fotografei esses dois conjuntos de cubículos vazios.
A área dos vestiários masculinos consistia de dois cubículos.
A área feminina parecia conter cerca de quatorze cubículos.
Em que momento bate a compreensão, em qualquer mulher que regularmente compra nessas lojas, da grande e um tanto dramática diferença entre os recursos devotados às necessidades femininas em comparação com aqueles que têm especificamente os homens como alvos?
É um contraste bastante impressionante entre os produtos que têm as mulheres como alvos, e que vão ao encontro de cada necessidade imaginável que elas tenham, sendo que são muito poucas as lojas para homens que podem ser vistas, sempre que você resolve se aventurar em um grande shopping.
Há um zilhão de lojas de jóias, salões de beleza, lojas de produtos faciais e maquiagem, lojas de sapatos, lojas de bolsas, lingerie e lojas de roupas, e todas representam um negócio próspero.
O mundo real pode fazer com que qualquer garota com olhos para ver e uma mente aberta tenha um solavanco, independentemente do quão freqüentemente ela tenha sido forçada a engolir uma dieta de mentiras sobre a opressão, maus tratos, injustiça e misoginia as mulheres encaram todos os dias em nossa sociedade patriarcal.
Varejistas atingem seu mercado consumidor com precisão científica. Eles não gastam um monte de dinheiro num espaço enorme cheio com um quinto de suas estantes e vitrines com itens designados especificamente para mulheres a não ser que eles acreditem que serão financeiramente recompensados.
Se as mulheres são de longe o consumidor preferido, isso só pode significar uma coisa. Elas controlam as finanças e os gastos.
E é claro, essa é a verdade.
Lendo as impressionantes estatísticas apresentadas em uma conferência durante à qual do o autor Jeffrey Tobias Halter falou a uma audiência consistindo de líderes corporativos de muitas das nossas maiores e mais poderosas organizações, incluindo: Microsof, Ebay, Visa, Hewlett Packard e mais.
O trecho a seguir é longo mas realmente vale a pena ser lido:
Mulheres são a economia dos EUA. 83% de tudo vendido no cenário dos negócios é feito por ou influenciados por mulheres.
Considere o quanto suas metas de receita e performance são influenciadas por mulheres. O seu produto ou serviço considera o interesse delas? Deveria? A sua equipe de liderança considera e está utilizando plenamente o talento, insight e sabedoria das mulheres sob sua tutela, relacionado com a geração de receita conforme o seu produto e serviço? O seu time deveria trazer mais mulheres qualificadas ou apoiar o desenvolvimento de equipes de mulheres mais qualificadas, seja na gerência ou reuniões de diretoria? Mesmo que seu produto ou serviço não seja focado em mulheres ou influenciado por elas, mulheres qualificadas não poderiam oferecer perspectivas únicas sobre como organizações funcionam ou poderiam funcionar para alcançar ótimos resultados?
As mulheres são a economia dos EUA. 83% de tudo vendido no cenário dos negócios é feito por ou influenciados por mulheres. Isso perfaz 7 trilhões de dólares, o que é maior que a economia da Índia e da China cominadas. 89% das decisões de serviços financeiros são feitas por mulheres, elas controlam 40% da riqueza investível e elas herdam outros 30% dessa quando seus maridos morrem e os homens tipicamente morrem antes. Mulheres vivem 15 anos a mais e 60% das vezes elas demitem o consultor financeiro do finado marido porque ele sempre foi paternalista com ela. A primeira coisa que ela faz é virar pra uma amiga e perguntar a ela quem é o consultor dela. A transferência de riquezas para as mulheres nesse país está nos trilhões de dólares.
Mulheres influenciam 70% das compras de carro nesse país e nós não temos um espaço para a bolsa delas nos carros. É a coisa mais importante na vida delas, depois dos filhos porque contêm a sua vida inteira, incluindo os filhos. A bolsa não está bem presa quando ela está dirigindo e quando ela pisa no freio, sua vida inteira é derramada pra todos os lados. O Lexus RX 350 é o carro mais vendido entre as mulheres e é provavelmente porque há uma abertura grande no piso onde ela pode colocar a bolsa.
Mulheres estão fazendo 80% das decisões de assistência médica. A Bristol-Meyers as chamam de “Gerente de Categoria de Saúde Doméstica” porque elas estão tomando decisões pela família imediata e os pais.
Outro exemplo de mulheres influenciando os gastos é o das casas. Homens tipicamente não compram a casa a não ser que sua esposa ou parceira estejam junto com eles. E projetos de reforma do tipo “faça você mesmo”, com coisas compradas da Lowes ou Home Depot também são significantemente influenciados por mulheres. Mulheres são provavelmente as que mais pensam ou dizem coisas do tipo ”Deus, esse banheiro é hediondo, vamos ter de arrancar tudo fora. Quando foi a última vez que nós pintamos o vestíbulo?”. Homens tipicamente estão perfeitamente felizes fazendo suas coisas de homem nos finais de semana. As mulheres são as influenciadoras da maioria dos projetos domésticos de reforma e melhoria.
De novo, os gastos de 83% de todo ganho consumível nesse país é gasto por ou influenciado por mulheres. Considere como as suas metas de receita são influenciadas pelo poder das mulheres ou se talvez devessem ser.
Mulheres nos EUA literalmente influenciam tudo que é comprado ou vendido nesse país. “
Se for com isso que desvantagem e opressão se parecem, onde eu assino pra conseguir uma pequena amostra?
Um dos pontos finais importantes sublinhados no Grande Show Anual da Federação Nacional dos Varejistas, a maior conferência do varejo no mundo, com cerca de 40.000 participantes e 700 expositores enchendo o Centro Javitz em Nova Iorque foi esse:
Finalmente, a conferência reafirma que o varejo está conectado inextricavelmente à nossa cultura e qualidade de vida. De acordo com Chris Baldwin, o presidente e CEO do BJ’s Wholesale Club, que falou durante a sessão de abertura da conferência, a indústria do varejo apóia um em cada quatro empregos – 42 milhões de trabalhadores nos EUA – e contribui com $2.6 trilhões para o GDP do país. Além disso, ele mencionou que um terço dos americanos tem seu primeiro emprego no varejo. Essas estatísticas ressaltam porque nunca foi tão importante entender a demografia central que impulsiona o comércio: mulheres. Elas são o compasso mais valioso em nosso mundo em rápida mudança.
Compras ao consumidor por mulheres:
91% das casas
66% dos PC’s
92% das férias
80% da assistência médica
65% de novos carros
89% das contas bancárias
93% da comida
93% dos medicamentos de venda livre
(Fontes: Yankelovich Monitor & Greenfield Online)
Estatísticas sobre o Poder de Gasto das Mulheres
Mulheres e Gastos Globais
Mulheres controlam mais de 20 trilhões de dólares em gastos ao redor do globo.
(Fonte: Muhtar Kent, Presidente do Conselho e CEO da Coca Cola Company, outubro de 2010).
Mulheres e gastos nos EUA.
O poder de gasto das mulheres nos EUA varia entre $5 e 15 trilhões anualmente. (Fonte: Nielsen Consumer, 2013)
Mulheres controlam mais de 60% de toda a riqueza pessoal nos EUA. (Fonte: Reserva Federal, MassMutual Financial Group, Business Week, Gallup)
As mulheres compram mais de 50% dos produtos tradicionalmente masculinos, incluindo automóveis, materiais de construção, e eletrônicos consumíveis. (Fonte: Andrea Learned, “Don’t Think Pink”)
Aproximadamente 40% das mulheres trabalhadoras nos EUA agora ganham mais que seus maridos. (Fonte: Birô Federal de Estatísticas de Trabalho).
É bastante assombroso ler essas estatísticas considerando a barragem diária de mentiras que falam da pobreza feminina, o gap de gênero, as desigualdades que mulheres encaram devido à falta de representação nos conselhos e no governo.
É assombroso lê-las sabendo que mulheres e meninas em nosso sistema de educação estão sendo ensinadas que elas são desfavorecidas cidadãs de segunda classe que encaram obstáculos enormes nas suas futuras vidas porque elas são mulheres.
Esses fatos são um repúdio completo da mentira feminista acerca do status financeiro das mulheres na sociedade.
Eu li recentemente um artigo aqui na Austrália lamentando a lacuna terrível entre os valores de aposentadoria de homens e mulheres no final de seus anos de trabalho. Foi mais um exemplo do modo totalmente vergonhoso em que feministas retratam qualquer história que escrevem colocando mulheres no papel de vítimas. Se você ler o artigo, vai descobrir as razões pela lacuna mas a manchete e o vídeo “guincham” desigualdade e misoginia para qualquer leitor casual – e é exatamente isso que elas querem.
A lacuna na aposentadoria ocorre porque mulheres escolhem trabalhar menos horas. Fim da história. Mesmo assim, esse fato é retratado como mais um exemplo de opressão patriarcal que as mulheres sofrem na Austrália.
Dois dias depois havia um artigo escrito pela mesma mulher na mesma revista intitulado: Mães encontram o equilíbrio certo com trabalho em meio período em que o estudo descobriu:
“O índice de subemprego para jovens mulheres em trabalhos de meio período cai quando elas têm crianças pequenas, pois elas são mais propensas em se satisfazerem trabalhando em horas restritas considerando a necessidade de crianças pequenas de terem supervisão adicional em casa.” Dr. Kler, da Universidade de Griffith, disse.
“Mulheres priorizam a educação de seus e portanto escolhem procurar oportunidades de emprego com horas limitadas, assim elas podem estar mais prontamente disponíveis durante os anos formativos de seus filhos.”, ela disse.
Parece que, em se tratando de dinheiro, a dissonância cognitiva das feministas nunca esteve tão em evidência. O segundo artigo sobre as escolhas de trabalho das mulheres explica diretamente a lacuna na aposentadoria do primeiro, mas a jornalista feminista não faz nenhuma conexão entre os dois.
Um resumo dos dois artigos:
Seus malditos misóginos! Por que é que mulheres recebem menos na aposentadoria que vocês?
“Vai nessa, garota!” porque nós escolhemos um equilíbrio entre o trabalho e a vida.
Uma universidade em Melbourne decidiu investigar a misteriosa superlacuna.
A resposta surpreendente:
“Diferenças baseadas na participação na força de trabalho, na presença de crianças dependentes, e outras responsabilidades de assistência impactam na habilidade das mulheres em acessar trabalho assalariado, mais do que os homens. Mulheres também são mais propensas a trabalhar em meio período e trabalhar menos horas.”Dr. Moulang disse.
Infelizmente, ao que eu saiba, essa descoberta nunca foi publicada ou discutida em nossa mídia convencional.
Eu não sou nenhum mago das finanças, mas tenho uma pergunta. Como é possível que mulheres controlem 83% de todos os gastos dos consumidores quando elas ganham tão menos que homens, em média? Mesmo para um homem com pouca inteligência essa é uma questão interessante.
Certamente, só pode significar uma coisa. Mulheres estão gastando e controlando o dinheiro ganho pelo suor das testas de seus maridos.
Agora, eu li alguns websites sobre violência doméstica que me dizem que controlar as finanças e processos de decisão sobre como e onde gastar o dinheiro pode ser uma forma de violência doméstica. Eu posso ter descoberto um verdadeiro exército de vítimas masculinas se esse for o caso!
Então, na próxima vez que você passear num shopping, só dê uma olhada em sua volta com um pouco mais de foco do que você talvez normalmente faça. Observe a fila sem fim de lojas cheias com deleites para as mulheres. Você vai ver os itens para os homens abarrotados nos cantos das lojas da Target e Kmart, junto de livros e DVD’s. Mesmo a seção de roupas infantis reflete esse mesmo enorme viés.
Apenas tente imaginar o quão mais desequilibrado a preocupação por e o gasto com mulheres seria se elas viessem a dominar nossos governos. Com uma maioria de homens no parlamento, as necessidades das mulheres sempre têm sido a maior prioridade enquanto as necessidades dos homens são raramente, se tanto, consideradas. Ainda assim, mulheres políticas não têm vergonha alguma em proclamar seu desejo por colocar ainda maior foco nas necessidades das mulheres se elas ganharem a eleição.
Que gênero parecer ser o mais egoísta e interesseiro?
Quem pensaria que uma ida ao Kmart para comprar um par de calças poderia expor tantas mentiras feministas?
Artigo original:
https://avoiceformen.com/featured/the-kmart-conundrum-for-feminists/



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